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RICARDO RIBAS

Jornalismo feito por jornalista

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Tag: Fiat

A NSK Brasil acaba de lançar dois produtos automotivos para o mercado de reposição. São eles: o 35BWD21 e o 34BWD10B, rolamentos de roda dianteira para alguns carros da GM (Celta, Corsa, Corsa Classic e Agile) e da Fiat (Palio Idea e Fiorino).

 

“Nosso objetivo é aumentar ainda mais nossa participação de venda no mercado de reposição automotivo, ampliando a linha de produtos”, afirma Alexandre Froes, diretor das unidades de negócio Industrial e Aftermarket.

 

O segmento de reposição automotiva é muito importante para a NSK Brasil, tendo em vista que vem se destacando em termos de produção em nível nacional. “Os rolamentos NSK para aftermarket mantém o padrão de qualidade dos produtos vendidos para as montadoras, passando pelo mesmo processo de validação”, ressalta Froes.

 

Com forte presença neste setor, a NSK é conhecida por sua tecnologia japonesa e pela busca constante na qualidade de seus produtos. A empresa tem uma extensa linha com mais de 500 itens para Aftermarket, sendo uma das principais fornecedoras de rolamentos automotivos para as principais montadoras do mundo.

Como são peças nitidamente copiadas, os fabricantes não têm nenhuma responsabilidade em caso de falha - Divulgação

Como são peças nitidamente copiadas, os fabricantes não têm nenhuma responsabilidade em caso de falha – Divulgação

 

A Gates vem novamente a público para pedir aos seus clientes que fiquem atentos na hora de comprar correias sincronizadoras. Infelizmente, foram encontrados novos lotes de produtos copiados no mercado. Vendidas como peças originais, são itens com baixíssima qualidade e totalmente fora dos padrões. Podem causar um grande prejuízo para os mecânicos e colocar em risco os usuários dos veículos.

 

Em 2015, as fraudes envolveram as correias dos motores Volkswagen Power 1.0 e GM Família I. Agora, os focos são a Fiat e a Renault, nas seguintes aplicações:

 

- Correia sincronizadora 40956x22XS, usada nos modelos Fiat Fire 1.0 8V (2001 em diante) e 1.4 16V (incluindo as versões T-Jet e MultiAir a partir de 2008). O código gravado na correia copiada é o 80 3 JB 134/133/132.

 

- Correia sincronizadora 40850x27XS, polia T41237 e tensionador T43064, usados nos motores Renault 1.6 16V. As peças são vendidas como um kit original. O código gravado na correia copiada é o 192 3 JB 141/140/139/138.

 

Os profissionais da reposição devem desconfiar de representantes que entregam os itens na hora, com preços abaixo do mercado ou usam discursos duvidosos, como dizer que “foi demitido e recebeu a rescisão em peças”. Também é importante notar como as correias estão acondicionadas. Os copiadores costumam usam embalagens com padrões antigos, caixas brancas, sacos plásticos ou até fita adesiva.

 

A melhor forma de evitar problemas é sempre comprar as correias nos distribuidores oficiais da Gates e guardar as notas fiscais de cada pedido. “Recibos feitos à mão ou promessas de procedência da mercadoria não garantem absolutamente nada. Como são peças nitidamente copiadas, os fabricantes não têm nenhuma responsabilidade em caso de falha”, alerta o gerente de marketing Fabio Murta.

 

Apesar de não possuir qualquer ligação com o problema, uma vez que se trata de uma fraude, a Gates está colocando suas equipes de vendas e assistência técnica à disposição dos varejistas, frotistas e mecânicos para tirar qualquer dúvida sobre as correias copiadas. Os profissionais podem entrar em contato pela linha direta gratuita 0800-274-2837, pelo e-mail suportetecnico@gates.com ou pessoalmente.

O evento reunirá italianos e também motocicletas das linhas Piaggio e Motorino entre outros - Divulgação

O evento reunirá carros italianos e também motocicletas das linhas Piaggio e Motorino, entre outros – Divulgação

 

Na próxima terça-feira (26) o Auto Show Collection recebe um dos eventos mais tradicionais do seu calendário: a Noite dos Carros Italianos. O evento reunirá modelos das linhas Alfa Romeo, Fiat, Ferrari e Maserati. Além da exposição dos veículos antigos e clássicos como o Alfa Romeo 2300 – único modelo da marca fabricado fora da Europa – Alfa Romeo Giulia, Fiat Spyder, Fiat 147, Ferrari 448 e a clássica Dino dos anos 1970, o evento reunirá ainda motocicletas das linhas Piaggio e Motorino, entre outros. Além da exposição o evento terá uma praça de food trucks temática com gastronomia inspirada em pratos italianos com massas caseiras, doces entre outros.

 

O Auto Show Collection é o maior evento periódico de carros antigos do país e reúne cerca de seis mil pessoas a cada edição nas noites de terça-feira no Sambódromo do Anhembi. Além do evento temático, o encontro terá a tradicional exposição de veículos antigos e especiais, área para carros customizados e outras atrações como o mercado de peças, área de compra e venda de veículos, área de modelismo, praça de alimentação, e praça de food trucks (Auto Show Food Park).

 

A programação completa do Auto Show Collection está disponível no site oficial do evento.

 

Serviço:

Auto Show Collection

Local: Sambódromo do Anhembi, em SP

Av. Olavo Fontoura, 1209 (entrada pelo portão 23 )

Toda terça das 18h às 23h

Serviços: área de exposição, mercado de peças, praça de alimentação, área de Food Trucks (Auto Show Food Park), área de compra e venda de veículos antigos e importados, música ao vivo e rádio feira.

Preços: Carro visitante R$ 40; Carro antigo com placa preta R$ 30,00; Motocicleta R$ 25,00; Passageiro no carro além do motorista +R$ 10,00; Pedestre R$ 25,00 (meia entrada para crianças de 7 a 12 anos, pessoas com necessidades especiais de locomoção e idosos).

A Fórmula Inter nasce com fôlego e respaldo para ser a principal categoria de monopostos - Foto: Rodrigo Ruiz

A Fórmula Inter nasce com fôlego e respaldo para ser a principal categoria de monopostos – Foto: Rodrigo Ruiz

 

A mais inovadora modalidade do automobilismo brasileiro fez a sua apresentação dinâmica no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo, Autódromo de Piracicaba (ECPA), interior do Estado de São Paulo. A Fórmula Inter realizou o seu primeiro teste coletivo na Capital do Etanol, combustível que vai movimentar em alta velocidade os monopostos da categoria que entrará na programação do Campeonato Paulista de Automobilismo, administrado pela Federação de Automobilismo de São Paulo (Fasp).

 

Marcos Galassi, fundador da Fórmula Inter - Foto: Rodrigo Ruiz

Marcos Galassi, fundador da Fórmula Inter – Foto: Rodrigo Ruiz

 

“Para nós é motivo de muito orgulho ter chegado até aqui, afinal somos hoje uma excelente opção de desenvolvimento profissional para pilotos e novos profissionais que desejam se dedicar ao automobilismo profissional e que muitas vezes encontram um mercado cada vez mais proibitivo à sua frente. Além disso, iniciamos nossa trajetória apoiados por importantes parceiros estratégicos, que sem dúvida irão somar esforços e valores para que venhamos a ser a maior categoria de fórmula do País”, comemora Marcos Galassi, diretor Geral da categoria.

 

Cerca de 95% dos componentes do monoposto são de fabricação própria - Foto Rodrigo Ruiz

Cerca de 95% dos componentes do monoposto são de fabricação própria – Foto Rodrigo Ruiz

 

O carro – O Fórmula Inter foi totalmente projetado e construído no Brasil. Seu projeto de engenharia foi testado, validado e certificado em testes por meio de softwares de simulação, que asseguram o atendimento às melhores normas de segurança, resistência e eficiência torcional. Trata-se de um trabalho combinado, que envolveu as experiências de um dos mais tradicionais construtores de carros de corrida do Brasil, José Minelli, somada a dos estudantes de engenharia da Faculdade de Engenharia Industrial (FEI), responsáveis pelos projetos dos Fórmula SAE desenvolvidos por aquela instituição, e vencedores de competições internacionais.

 

Cerca de 95% dos componentes do carro foram desenvolvidos e são produzidos na fábrica da Formula Inter em São Paulo, adotando soluções sustentáveis como combustível etanol e pintura com tinta a base de água. O carro tem um desenho inovador de grandes dimensões, e sua aerodinâmica foi projetada utilizando os mesmos softwares (Computer Fluid Design – CFD) utilizados por uma das principais equipes de Fórmula 1. A carenagem e as asas foram produzidas pioneiramente no Brasil por controle numérico computadorizado (CNC), o que garante qualidade e elevado padrão de acabamento.

 

Idealizadores reuniram desempenho e segurança - Foto: Rodrigo Ruiz

Idealizadores reuniram desempenho e segurança – Foto: Rodrigo Ruiz

 

Além de ter crash box dianteiro e traseiro, os destaques para a segurança vão para os side pods estruturais em plano inclinado – que evitam que o piloto seja atingido por impacto lateral –, e pelo habitáculo em fibra de carbono e anel de segurança para a cabeça do piloto. O volante é com painel eletrônico on-board (embarcado, em português). O Fórmula Inter vai utilizar rodas de fabricação própria em magnésio de aro 13 polegadas, com tala 8″ na dianteira e 11″ na traseira, que recebem pneus Pirelli PZero Slick, 225/40 VR13 dianteiros e 265/540 VR13 traseiros.

 

O Power train é composto por motor 2.0, quatro cilindros, 16 válvulas, injeção direta, que gera 191 hp e torque máximo de 21 kgfm a 6.000 rpm, acoplado a caixa de câmbio produzida pela própria Fórmula Inter com 5 marchas em “H”. A velocidade máxima projetada em Interlagos aproxima-se dos 250 km/h.

 

“Segurança, desempenho, competitividade, aprendizado, profissionalismo e baixos custos são os pilares que nos motivam a criar uma categoria completamente nova, com ideias novas, que refletem todo o potencial que nosso País tem no desenvolvimento do esporte a motor”, enaltece o executivo.

 

Como Participar – O modelo de participação será o de locação, através de uma organização única, e compreende uma série de entregáveis que vão muito além da disponibilidade do carro propriamente, e serão oferecidos imediatamente no fechamento do contrato para toda a temporada. Trata-se de uma oferta completa para quem quer começar ou permanecer no automobilismo.

 

Inclusos no pacote estão pneus e combustível necessários ao cumprimento dos treinos oficiais, classificações e corridas, de acordo com o regulamento técnico e desportivo a ser publicado em breve. O valor da locação por prova para a temporada é de R$ 13.990,00 por etapa, para o pacote de 11 etapas.

 

O experiente ex-piloto Roberto Pupo Moreno é o reitor da Academia Fórmula Inter - Foto: Rodrigo Ruiz

O experiente ex-piloto Roberto Pupo Moreno é o reitor da Academia Fórmula Inter – Foto: Rodrigo Ruiz

 

Incubadora de pilotos – A Incubadora de pilotos Fórmula Inter, iniciativa inédita no Brasil, é um programa que tem como objetivo formar jovens que sonham em ser piloto de automobilismo através de um programa subsidiado.

 

A primeira turma da Incubadora Fórmula Inter é formada por Daniel Mageste (RJ), Thiago Izequiel (RJ), João Bedin (SC), André Giotto (SC), Silvano Fernandes (RS), Nikolas Gaigalas (SP), Leandro Montalvão (SP), Luiz Júnior (SP) e Luan Giraldi (SP).

 

Esses 16 jovens começam a escreve a história da Fórmula Inter - Foto: Rodrigo Ruiz

Esses 16 jovens começam a escrever a história da Fórmula Inter – Foto: Rodrigo Ruiz

 

Muito mais que pilotar, o profissional do automobilismo deve estar preparado para todos os desafios de uma carreira extremamente competitiva. A missão da Formula Inter é oferecer os meios e a experiência de quem já chegou lá para criar oportunidade de capacitação profissional dos pilotos.

 

Por isso, a categoria oferece a todos os seus pilotos acesso à Academia Fórmula Inter, que irá ministrar aulas de mecânica, tecnologia de dados, técnicas de pilotagem, media training, marketing e vendas, entre outras disciplinas complementares para quem deseja se aprimorar na profissão, tudo sob a supervisão do reitor Roberto Pupo Moreno, ex-piloto de Fórmula 1 e Fórmula Indy.

 

“Temos a experiência de todos os profissionais competentes que fazem parte da Fórmula Inter, e que estarão envolvidos em todas as etapas durante a passagem do piloto por ela e certamente vão contribuir para seu crescimento e para sua realização pessoal. Por isso foi formada a Academia Fórmula Inter, uma universidade para os nossos jovens talentos e futuros campeões”, anuncia Marcos Galassi.

 

Bem estruturada, a categoria surge apoiada por grandes fornecedores - Foto: Rodrigo Ruiz

Bem estruturada, a categoria surge apoiada por grandes fornecedores – Foto: Rodrigo Ruiz

 

Fórmula Inter – O nome Fórmula Inter é uma homenagem a Interlagos, um dos circuitos mais famosos do mundo. Lugar onde tantos fizeram história, onde tantos sonhos e paixões marcaram para sempre a nossa memória. “É esse lugar que nos inspira e será o berço de muitas outras histórias que ainda vamos contar”, reverencia Galassi.

 

Mídia – A Fórmula Inter terá amplo espaço nos mais variados segmentos de mídia, incluindo a veiculação de cerca de 90 minutos mensais destinados a apresentar um “reality-show” e também suas provas para todo o País, através do Bandsports. A série de televisão produzida pela própria categoria mostrará os bastidores da competição, seus pilotos e equipes, numa abordagem inédita no automobilismo profissional brasileiro. Adicionalmente, a categoria contará com uma ampla ativação, via os principais serviços de mídia social.

 

Reunião da Família Fórmula Inter - Foto: Rodrigo Ruiz

Reunião da Família Fórmula Inter – Foto: Rodrigo Ruiz

 

Parceiros – A Fórmula Inter dá início à sua caminhada revolucionária trazendo consigo importantes parceiros estratégicos que irão contribuir para seu crescimento e sustentação no automobilismo nacional. Todos eles agregam as melhores práticas em tecnologia e sustentabilidade, além de valores afinados com os da categoria, contribuindo assim para sua disseminação entre seus pilotos e todos os fãs do automobilismo:

 

Equipada com motor 2,0 litros e câmbio de 5 velocidades, a velocidade máxima projetada é de 250 Km/h, em Interlagos - Foto: Rodrigo Ruiz

Equipada com motor 2,0 l e câmbio de 5 velocidades, a velocidade máxima pode chegar 250 Km/h – Foto: Rodrigo Ruiz

 

Pirelli – A Pirelli é a fornecedora oficial de pneus da Fórmula Inter. A fabricante italiana oferece duas linhas de pneus fabricadas no Brasil, na planta de Campinas (SP), o P Zero, para clima seco, e o Cinturato, para pista molhada. O composto para chuva conta com marcação lateral em azul, já famosa em competições internacionais. A principal diferença em relação ao modelo slick (liso, em português), para asfalto seco, é a presença de sulcos na banda de rodagem, responsáveis por dissipar a água da chuva e, assim, garantir maior aderência do pneu à pista.

 

Sobre o acordo firmado com a categoria, Fabio Magliano, gerente de produtos Car e Motorsports da Pirelli explica: “Para nós da Pirelli, participar da mais nova iniciativa do automobilismo brasileiro é estimulante. Por sermos uma empresa tão envolvida neste segmento, é natural que estejamos juntos para ajudar no caminho de crescimento de novas promessas para o esporte”.

 

Bosch – A Bosch e Fórmula Inter têm interesses comuns no fomento do automobilismo nacional, na disseminação de tecnologias avançadas relacionadas a veículos de competição e na formação e desenvolvimento de profissionais para o segmento do motorsport brasileiro. Tais interesses viabilizam que Fórmula Inter e Bosch, pioneiramente, venham a criar a primeira Academia Técnica do Motorsport do mercado brasileiro, e que terá como base o Centro de Treinamento Técnico da Bosch em Campinas (SP), oferecendo cursos com mais de uma dezena de disciplinas voltadas ao segmento, incluindo grades curriculares com cerca de 200 horas de cursos envolvendo teoria e prática, ministradas complementarmente também na Fábrica da Fórmula Inter em São Paulo, bem como durante suas provas.

 

Todos os cursos irão emitir um Certificado do Centro de Treinamento Automotivo Bosch e abrirão as portas para estágios na própria Fórmula Inter e outras categorias internacionais onde a Bosch atua com parcerias estratégicas, tais como a DTM Alemã. Ainda, como resultado deste acordo, está o desenvolvimento do Carro do Futuro, um Fórmula Inter integrando o melhor da tecnologia mundial Bosch, que será utilizado como referencial tecnológico para implementações futuras na categoria.

 

“Estamos muito orgulhosos desta parceria, pois ela aponta para o desenvolvimento de pessoas, recursos humanos e tecnologias necessárias para o surgimento de um mercado cada vez mais autossustentável visando o desenvolvimento de um automobilismo brasileiro dentro dos melhores padrões internacionais”, comemora Marcos Galassi, diretor geral da Fórmula Inter.

 

UNICA – A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), maior organização representativa do setor de açúcar e bioetanol do Brasil, será fornecedora oficial de etanol para a Fórmula Inter, que em comparação com a gasolina, aumenta a potência do motor e ainda reduz em até 90% as emissões de CO². A presidente da UNICA, Elizabeth Farina, acredita que a Fórmula Inter, a exemplo da categoria estadosunidense Fórmula Indy, que também usa o mesmo combustível renovável, pode se tornar uma importante plataforma de desenvolvimento tecnológico e marketing para a indústria automotiva de baixo carbono no Brasil, principalmente no segmento esportivo.

 

“Usar o biocombustível brasileiro em veículos de alta potência fabricado quase que inteiramente no País faz todo o sentido, não apenas pelo fato de produzirmos o etanol mais eficiente e sustentável do mundo, mas também porque a indústria da cana traz enorme prosperidade socioeconômica à nação”, afirma a presidente da UNICA, destacando que, sendo a primeira fonte de energia renovável do Brasil, a cadeia sucroenergética gera mais um milhão de empregos diretos e movimenta um valor bruto que supera os US$ 100 bilhões anualmente.

 

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar é a entidade representativa das principais unidades produtoras de açúcar, etanol (álcool combustível) e bioeletricidade da região Centro-Sul do Brasil, principalmente do Estado de São Paulo. As usinas associadas à UNICA são responsáveis por mais de 50% da produção nacional de cana e 60% da produção de etanol. Na safra 2015/16, o Brasil produziu aproximadamente 617 milhões de toneladas de cana, matéria-prima utilizada para a produção de 31 milhões de toneladas de açúcar e 28 bilhões de litros de etanol.

 

Carro tem dimensões generosas - Foto: Rodrigo Ruiz

Carro tem dimensões generosas – Foto: Rodrigo Ruiz

 

Sparco – A Sparco é reconhecida mundialmente como líder absoluta no Mundo do Motorsport, com distribuição em 60 países e subsidiarias no Brasil, nos EUA e Tunísia. O primeiro campeonato de F1 conquistado com um macacão Sparco foi em 1983, usado pelo brasileiro Nelson Piquet. A Sparco começou produzindo macacões, luvas, sapatilhas e outros artigos de segurança para pilotos, mas produz em larga escala bancos, volantes e outros acessórios para atender as exigências de um mercado vasto.

 

Além de fornecer equipamentos de segurança para carros e pilotos de corrida, estando presente nas equipes das principais categorias mundiais, se destaca também no mercado OEM por fornecer produtos para as melhores marcas de “super carros esportivos”, como Ford, Fiat, Ferrari, Lamborghini, Bugatti, Maserati, Bentley, Alfa Romeo, entre outros.

 

Com a experiência adquirida no Mundo do Motorsports e no fornecimento para OEM, a Sparco oferece também uma linha completa para personalização de veículos (volantes esportivos, alavancas de câmbio, pedaleiras, bancos, cintos de segurança, tapetes, manoplas de freios, entre outros), além de ter também uma linha chamada Sportswear (roupas, bolsas, bonés, entre outros).

 

Além desses, a Fórmula Inter conta ainda com outros fornecedores que viabilizam a oferta da melhor tecnologia e elementos de segurança, são eles: Pro Tune Electronics, Bilstein Amortecedores, Eibach Molas, Espaço Real Modelação, Magnivisão Fundição, Techspeed, entre outros.

 

Fórmula Inter

Ficha técnica

Monoposto: F-Inter MG-15

Construtor: Minelli Racing

Chassis: Construção tubular semi-monocoque, crash box frontal removível e side pods laterais estruturais em plano inclinado

Suspensão dianteira: ‘push rod’ mono shock, triangulo superior e inferior com uniballs e rótulas Aurora espec Race e barra estabilizadora.

Suspensão traseira: ‘push rod’ bishock, triangulo superior e inferior com uniballs e rótulas Aurora espec Race e barra estabilizadora.

Amortecedores e molas: Com bump e rebound fixos, molas com carga variável.

Freios: 4 discos ventilados, calipers espec race de 4 êmbolos, distribuição de carga dianteira e traseira regulável no cockpit.

Mangas de eixo: em magnésio com cubo rápido.

Rodas: Fabricação própria em magnésio, aro 13, tala 8″ dianteira e 11″ traseira

Pneus: Pirelli PZero Slick – 225/40 VR13 dianteiros e 265/540 VR13 traseiros

Caixa de Direção: Minelli Racing

Tanque de combustível: de borracha, capacidade 30 litros

Combustível: etanol

Pintura: Sherwin Williams à base d’água

Habitáculo: em fibra de carbono, extrator de banco

Banco de segurança: em fibra de carbono, removível

Anel de segurança: Protetor de cabeça em material compósito

Volante: Fibra de carbono com sistema de retirada rápida e painel eletrônico embutido

Carenagem: Fibra de vidro em vacuum bag, 8 peças

Aerofólio: Regulável de 0 a 11 graus, com 1.000mm de comprimento.

Asa: Fixa em 11 graus, com 1.800mm de comprimento

Flaps: Dianteiro 4 unidades reguláveis de 0 a 35 graus, traseiro com 1.000mm regulável de 0 a 35 graus.

Extrator Traseiro: em fibra de vidro, fixo

Dimensões:

Comprimento total: 4.320mm

Largura total: 1.800mm

Altura máxima: 1.000mm

Entre eixos: 2.465mm

Bitola dianteira externa aos pneus: 1.800mm

Bitola traseira externa aos pneus: 1.750mm.

Peso: 520 kg sem combustível.

Motor: 2 litros, 4 cilindros em linha, 16válvulas

Coletor de admissão e escape: Minelli Racing

Refrigeração: 2 radiadores laterais de alumínio para água

Sistema de Gerenciamento Eletrônico: Pro Tune Eletronic Systems

Potência: 191 hp a 6000 rpm

Torque: 21 kgfm a 6000 rpm

Câmbio: 5 marchas em H

Fonte: Fórmula Inter

Com o 147, a Fiat promoveu uma mudança de comportamento do consumidor - Reprodução/ Wikipédia

Com o 147, a Fiat promoveu uma mudança de comportamento do consumidor – Reprodução/ Wikipédia

 

Há 40 anos a Fiat Automóveis apresentava ao mercado o seu primeiro automóvel de produção nacional, o compacto 147. Hoje (26), o Auto Show Collection fará uma homenagem ao pioneiro Fiat nacional. O evento terá uma exposição de 40 exemplares nas versões L, GL, Furgoneta e a esportiva Rallye, a picape City (primeira derivada de um automóvel produzida no país), a perua Panorama, o sedan Oggi e o Spazio que serão expostos no Pavilhão do Anhembi. Além da linha 147, o Auto Show Collection reunirá outros clássicos nacionais da marca como o Tempra, Tipo, Marea e alguns clássicos como o 127, o conversível Spider e alguns modelos da linha Alfa Romeo.

 

Evento reunirá cerca de 40 modelos do Fiat 147 - Divulgação

Evento reunirá cerca de 40 modelos do Fiat 147 – Divulgação

 

Além da exposição, tradicionalmente o evento reúne modelos antigos de várias marcas, e atrações como o mercado de peças e acessórios, área de compra e venda de veículos antigos, exposição de carros customizados (rebaixados, modificados em geral), e serviços como praça de alimentação, praça de Food Trucks, estacionamento para visitantes, sonorização e segurança.

 

Colocação do pneu estepe no compartimento do motor liberava espaço para bagagem no porta-malas - Reprodução

Colocação do pneu estepe no compartimento do motor liberava espaço para bagagem no porta-malas – Reprodução

 

Quarentão controverso – O Fiat 147 marcou a estreia da Fiat no Brasil em 1976 mas não conquistou o público brasileiro no início. Derivado do Fiat 127, lançado em 1971, que foi um dos carros mais vendidos na Europa em seu tempo, o modelo nacional tinha dianteira e motores diferentes para o nosso mercado. Com 800kg e propulsor de 1048cc com 50cv, tinha boa relação entre desempenho e economia de combustível.

 

O espaço interno era muito bem aproveitado já que compartimento do motor ocupava apenas 20% do seu tamanho total. Porém, os engates do câmbio impreciso e a quebra da correia que exigia manutenção, renderam ao carro uma má fama. Com o tempo a família cresceu, com a pickup (depois rebatizada de City) em 1977 e a perua Panorama em 1980, quando ele foi reestilizado e ganhou motor 1300cc disponível também na versão etanol.

 

Em 1983 foi lançado o sedan Spazio e o bem equipado Oggi, com uma dianteira que antecipava as linhas do Uno. No ano seguinte, com o novo carro na família, o 147 começou a perder espaço até ser descontinuado em 1986. Como curiosidade teve até sua própria categoria de corridas, a Copa Fiat de Velocidade, lançada em 1978 e que chegou a ter 60 carros no grid de largada em Interlagos.

 

Meu primeiro 147 era igual a esse da foto, depois personalizado para ficar mais invocado - Reprodução

Meu primeiro 147 era igual a esse da foto, depois personalizado para ficar mais invocado – Reprodução

 

No uso – Eu tive dois Fiat 147 L, um 1978, branco, equipado com motor 1048 cc, gasolina, e outro 1983 GLS, amarelo, com motor de 1.300 cc, movido a etanol, um “foguetinho”. Originalmente adquiri o 147 para presentear minha mãe, mas como ela não se adaptou ao péssimo escalonamento das marchas eu lhe comprei para ela um fusca e fiquei com o ítalo-brasileiro. De fato, minha mãe tinha motivos para reclamar do 147. As marchas ímpares exigiam exercício de paciência para engatá-las sem ouvir ruídos. A experiência com os dois 147 foram,  de certo modo, positivas, a começar pelo baixo consumo de combustível, boa dirigibilidade – era um grande barato fazer curvas com o pé embaixo e contornar com o bichinho apoiado em três rodas –, baixo índice de manutenção. À época, o carro já não era novidade, mas sim uma opção para uso diário. É nessa condição que o mineirinho demonstrava suas virtudes e pecados.

 

Todo mundo sabe que as péssimas condições de pavimentação das ruas de São Paulo não é fato recente, e, por isso, os 147 vira e mexe ia para a oficina para fazer alinhamento de direção, caso contrário a frente “pranchava” (erguia a frente nas acelerações), provocando cambagem positiva (a parte interna dos pneus tendem a ficar voltadas para dentro) nas rodas dianteiras, as de tração, e comprometia a dirigibilidade. No entanto, era possível resolver esse problema rebaixando o carro. Foi o que eu fiz, além de colocar rodas e pneus esportivos, mantendo a configuração aro 13″ de fábrica. Inconformado com os 50 cv de potência dei uma fuçada geral na usina, no sistema de frenagem. O 147 L, se não ficou um canhão também não passava vergonha ao encarar carros mais potentes, principalmente nas curvas. Só alegria. Posso lhe garantir, caro leitor, que me diverti um bocado com o carro, cujas dimensões eram menores que a de um Fusca – minha paixão desde sempre –, que colava no asfalto.

 

No 1983, o movido a etanol, era um porre esperar o motor aquecer, isto é, quando injetor de gasolina funcionava. Esse não era um defeito da minha unidade. Consultei outros proprietários e a reclamação era a mesma, só resolvida com a troca por  um equipamento adaptado, salvo engano, do VW Gol. O ronco dos motores lembrava algo liquidificador. Porém, quem queria um pouco de esportividade era só gastar uns trocados para trocar o escapamento e ter um sonzinho mais agudo. Em ambos foram notadas infiltrações de água e poeira. Essa mistura, com o tempo, provocava ferrugem nas portas, tampa traseira, que, aliás, tinha excelente abertura, mas sem tampão.  

 

Por outro lado, o espaço interno era razoável ao transportar quatro passageiros adultos. Entrar ou sair do carrinho era fácil. Ele tinha ótimo ângulo de abertura das duas portas e os bancos dianteiros se dobravam para a frente para facilitar embarque e desembarque. O 147 não tinha luxo. O proprietário tinha de se contentar com ventilação forçada, desembaçador da vigia traseira (opcional) e torcer para não chover, porque o embaçamento dos vidros era inevitável caso o condutor e passageiro dianteiro não se importassem em abrir as ventarolas. Aliviava, mas não resolvia plenamente o problema de perda de visibilidade. Outro ponto negativo era o alojamento do pneu estepe no compartimento do motor. Produzido em nylon, com o calor do motor era comum o ressecamento e perda de calibragem.

 

Veja abaixo a peça publicitária de lançamento do Fiat 147 (Crédito: Samuel Martins).

[video]https://www.youtube.com/watch?v=18SMptFG_ng[/video]

Noite dos Carros Italianos reunirá modelos nacionais e importados - Divulgação

Noite Italiana reunirá modelos nacionais e importados  Divulgação

Na próxima terça-feira, 4 de agosto, o Auto Show Collection promove a Noite Italiana, no estacionamento do Pavilhão do Anhembi, com uma exposição de carros italianos das marcas Alfa Romeo, Fiat, Isetta e Ferrari. O evento reunirá modelos consagrados da linha Alfa Romeo como o FNM JK e Alfa 2300 de fabricação nacional, e modelos importados como 145, 156 e 166. Na linha Fiat estão previstos modelos como o Fiat 500, Coupé, Tempra, Tipo, Fiat 147, Oggi, Panorama, City e muitos outros como os esportivos Fiat Tempra turbo, Uno 1.5 R e Fiat Tipo Sedicivalvole. Na linha Ferrari, modelos clássicos e de produção recente são esperados para o evento.

 

O Auto Show Collection é o maior evento periódico de carros antigos do país e reúne cerca de 6.000 pessoas a cada edição nas noites de terça-feira no sambódromo do Anhembi. Além do evento temático, o encontro terá a tradicional exposição de veículos antigos e especiais, área para carros mexidos e customizados e outras atrações como o mercado de peças, área de compra e venda de veículos, área de modelismo, praça de alimentação, cervejaria artesanal entre outros.

 

Serviço:

Auto Show Collection

Local: Estacionamento do Pavilhão Anhembi

Av. Olavo Fontoura, 1209 (entrada pelo portão 38 )

Data: 4 de agosto, terça das 18h às 23h

 

Preços: Carro visitante R$ 38; Carro antigo com placa preta R$ 25; motocicleta R$ 20; passageiro no carro além do motorista +R$ 7; pedestre R$ 20 (meia entrada para crianças de 7 a 12 anos, pessoas com necessidades especiais de locomoção e idosos)

Prêmio da AutoInforme/Molicar visa valorização de veículos usados - Divulgação

Prêmio da AutoInforme/Molicar visa valorização de veículos usados – Divulgação

Quinze modelos de veículos automotores, de quinze categorias, e o modelo Campeão Geral recebem nesta sexta-feira (28) o Prêmio Maior Valor de Revenda, em sua 1ª edição. Embora o estudo de depreciação seja desenvolvido há mais de dez anos, a partir dos levantamentos da Molicar, é pela primeira vez que a Agência AutoInforme faz a premiação, com o objetivo de estimular montadoras e importadoras a valorizar seus próprios produtos e, por consequência, preservar os investimentos dos consumidores finais.

 

Além do modelo Campeão Geral, Maior Valor de Revenda vai premiar veículos das categorias Comercial, de Entrada, Hatch, Hatch Médio, Hatch Premium, Minivan, Monovolume, Perua, Picape Pequena, Picape Média, Sedã Pequeno, Sedã Médio, Sedã Grande, Utilitário Esportivo Pequeno e Utilitário Esportivo Grande. A pesquisa considerou os 100 modelos e versões zero km mais vendidos. Foram analisados modelos das marcas Audi, Chery, Citroën, General Motors,Fiat, Ford, Honda, Hyundai, JAC, Jeep, Kia Motors, Land Rover, Lifan, Mercedes-Benz, Mini, Mitsubishi, Nissan, Peugeot, Renault, Suzuki, Toyota e Volkswagen.

 

Joel Leite, da AutoInforme, considera que o carro é um dos raros bens de consumo que continua valorizado depois de sair da loja - Foto: Roberto Parizotti

Joel Leite, da AutoInforme, considera que o carro é um dos raros bens de consumo que continua valorizado depois de sair da loja – Foto: Roberto Parizotti

Segundo Joel Leite, idealizador do prêmio e diretor da Agência AutoInforme, “esse estudo vem sendo feito há mais de dez anos, em parceria com a Molicar, e este ano resolvemos transformá-lo num prêmio, um reconhecimento às marcas que tiveram os seus carros entre os de Maior Valor de Revenda em 2014”, para quem “em vez de questionar por que um carro perde valor, deveríamos perguntar por que um carro mantém um valor de mercado tão alto e por tanto tempo”.

 

Em sua avaliação, Joel Leite considera que o carro é um dos raros bens de consumo que continua valorizado depois de sair da loja. E a manutenção do seu valor depende de vários fatores, muitas vezes sem a menor lógica: um carro com um ano de uso pode perder de 7% a 25% do valor inicial e a diferença pode aumentar ainda mais com o avanço da idade. “A depreciação depende de vários fatores: do tamanho do carro, da marca, da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas, ao segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda, à sua aceitação no mercado”, enfatiza Leite.