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RICARDO RIBAS

Jornalismo feito por jornalista
Triton 340 - Divulgação

Triton 340 – Divulgação

 

Após a sua primeira aparição em evento náutico brasileiro, em abril deste ano, as primeiras unidades da nova lancha Triton 340 chegam ao mercado com preços promocionais. Produzida pelo estaleiro Triton Yachts, a embarcação, que é uma atualização do modelo de 33 pés da marca, já tem atraído a atenção dos amantes da navegação. Entre as suas principais características destaque para a alta tecnologia, conforto em todos os ambientes, amplitude da praça de popa e das cabines, navegabilidade e a nova configuração do espaço gourmet.

 

A Triton 340 é uma embarcação que alia desempenho com conforto, além de ter um tamanho bastante adequado para aproveitar momentos com amigos, com a família e para navegar na costa brasileira. Entre as atualizações da lancha está a modernização do seu design e a ampliação da plataforma de popa para desfrutar ainda mais deste espaço ao ar livre.

 

O modelo se diferencia de outros da marca é que a Triton 340 tem o espaço gourmet integrado ao cockpit.  Destaque também para a área interior com cabines amplas, graças ao planejamento arquitetônico de aproveitamento de espaços. O banheiro com box para dividir a área de banho, é mais um diferencial. Algo bastante incomum nas embarcações deste porte.

 

Interessados poderão adquirir um dos modelos já finalizados com montagem básica e motorização parelha Mercury 200 Alta por R$ 429.900,00. Mais informações poderão ser obtidas através do email contato@waybrasil.com

 

A Triton 340 – Com pouco mais de 10 metros de comprimento, a Triton 340 parece compacta por fora, mas surpreende com o aproveitamento dos espaços e com a sua versatilidade. Durante o dia, pode receber confortavelmente até doze convidados. Na área externa, conta com espaçoso cookpit que, além do posto de comando, integra o espaço gourmet com grill e pia, próximo à plataforma de popa. Espaço na proa para banhos de sol são mais atrativos.

 

Para pernoite, acomoda até quatro pessoas com duas cabines, uma com cama grande e outra que pode se transformar em um sofá, uma área de estar. Cozinha é mais um ambiente que compõe a área interna da charmosa embarcação.

 

Outro diferencial do modelo é a possibilidade de customização de acordo com o perfil e as necessidades do cliente. Tecidos, acabamentos, equipamentos, pintura e eletrodomésticos são algumas das opções de personalização.

Divulgação

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A história dos caminhões de mudança está muito relacionada aos caminhões de carga no Brasil, já que a necessidade de transportar móveis de um lugar para o outro é basicamente o que os caminhões começaram a fazer antigamente, mas nesse caso, com produtos para as empresas.

 

O início, Ford F8 – Entre 1970 e 1975, o volume de carga transportada por rodovias no Brasil aumentou, sinalizando que havia espaço para a expansão da indústria de caminhões. Mas um dos caminhões que ficaram mais conhecidos surgiu em meados dos anos 50. Ele era o Ford F8, também chamados de Big Job.

 

Mercedes-Benz L-312 – Em 1956 surgiu o L 312. Era o famoso Torpedo, como ficaria conhecido nas estradas. Muitos dizem que só foi a partir dele é que começaram a surgir os caminhões de carga como são conhecidos hoje em dia.

 

O primogênito da família Mercedes-Benz do Brasil era uma valente no trabalho. Um caminhão destinado aos mais variados seguimentos do transporte de cargas nacional. Um verdadeiro pau pra toda obra.

 

Mercedes L-1113 – Mercedes L-1113 surgiu em 1969 com a mesma cabine, mas com motor mais moderno e potente. Esse era um carro mais “firme”. Assim, o caminhão conseguia carregar uma carga mais pesada e com maior proteção do que estava sendo transportado, além de transportar diferentes cargas.

 

L-608 D – Sempre é mais legal chamar o Mercedes L-608 D de Mercedinho. Lançado no Brasil em 1972 , ele foi a aposta da marca para o segmento de caminhões urbanos. Ele era muito utilizado para entregas. Após 1984, toda a linha foi sendo substituída pelo Accelo, desenvolvido no Brasil e muito mais moderno.

 

Dodge D-400 – Os caminhões Dodge começaram a ser produzidos no Brasil em 1969, na mesma fábrica que até 1966 havia sido ocupada pela International. O O D-400 surgiu em 1973, era um caminhão médio para transporte rápido. Esse era ideal para quem queria fazer mudança naquela época.

Veleiro Phoenix venceu três vezes - Foto: Marcos Mendez

Veleiro Phoenix venceu três vezes – Foto: Marcos Mendez

 

O 13º Campeonato Brasileiro de HPE 25 consagrou o veleiro Phoenix com o inédito e mais relevante título nacional da classe. Em oito regatas disputadas no Canal de São Sebastião, o barco do Yacht Club Paulista (YCP) foi soberano entre os 24 inscritos. Obteve três vitórias e descartou como pior resultado um quarto lugar. Fit to Fly e Dom, ambos de Ilhabela, ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

 

A tripulação do Phoenix, formada por Eduardo Souza Ramos, André Fonseca – o Bochecha, Juninho de Jesus e Amauri Gonçalves, comemorou a conquista com os resultados obtidos de quinta-feira a sábado. As duas regatas previstas para domingo foram canceladas devido à falta de vento. Caso as duas regatas fossem realizadas, bastaria ao Phoenix um sétimo lugar para consolidar o título brasileiro.

 

“Tivemos três dias de muitos acertos e mantivemos a regularidade de não chegar além da quarta posição. Nossos tripulantes velejaram com muita inspiração e mostraram que estavam bem preparados”, afirmou o comandante Souza Ramos. Em 2016, o Phoenix foi vice-campeão brasileiro. Neste ano, ficou em terceiro no Campeonato Paulista, na Guarapiranga, e em segundo lugar na 2ª Etapa da Copa Suzuki há duas semanas, também em Ilhabela. 

 

Os vice-campeões fizeram o máximo possível para aprimorar o desempenho do Fit to Fly, mas comemoraram com intensidade as medalhas de prata conquistadas na Capital Nacional da Vela. “O Phoenix não deu chances para ninguém. Fez um campeonato perfeito, mas nós estamos felizes e certos que nos esforçamos muito”, considerou o timoneiro do Fit to Fly, Henrique Hadad, o Gigante. “Pelo tamanho (oito metros) e número de tripulantes (quatro), a classe HPE 25 é perfeita para se velejar no Brasil”, concluiu Gigante.

 

Pela primeira vez no pódio do Campeonato Brasileiro de HPE 25, o timoneiro do Dom, Pedro Lodovici, revelou a tática para manter a regularidade e levar a tripulação à medalha de bronze, mesmo sem vencer regata. “Combinamos para competir de forma conservadora, sem preocupação com a vitória, mas se possível chegarmos sempre entre os seis primeiros. Fomos agressivos apenas nas largadas, sempre fundamentais para se manter na frente em uma flotilha com barcos e tripulações tão iguais”, afirmou o comandante do Dom.  O próximo encontro da classe HPE 25 será na Semana de Vela de Ilhabela, de 7 a 15 de julho.

 

Classificação após oito regatas (com um descarte)

1) Phoenix (Eduardo Souza Ramos): 3+1+(4)+2+3+1+1+3= 14 pontos perdidos

2) Fit to Fly (Henrique Hadad): 2+4+6+3+2+3+(12)+2 = 22 pp

3) Dom (Pedro Lodovici): 7+3+7+5+4+4+3+!17) = 33 pp

4) Ginga (Breno Chvaicer): 11+2+2+1+6+(19)+11+4 = 37+2* = 39 pp

5) Alhena (Mário Tinoco): 8+11+1+4+7+5+4+(18) = 40 pp

 

*Ginga teve dois pontos acrescidos por penalidade sofrida na quinta regata

 

Categoria Silver

1) Conquest (Marco Hidalgo) – 62 pp

2) Sururu (Martin Lowy) – 68 pp

3) Pé de Vento (Vasco Simões) – 88 pp

Fonte: Organização

Acessório impede que pequenos objetos caiam no vão entre o console e assentos - Divulgação

Acessório impede que pequenos objetos caiam no vão entre o console e assentos – Divulgação

 

Desatenção está entre os principais motivos de acidentes de transito no Brasil e no mundo, segundo estudos da National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), cerca de 80% dos motivos de colisões de trânsito são causados única e exclusivamente por falta de atenção dos condutores. Os motivos por acidentes de transito são muitos, entre eles, o uso irregular de telefone celular ao volante e busca de objetos dentro do veículo em movimento. Um segundo de desatenção é suficiente para causar uma colisão de proporção inimaginável, por vezes, até o óbito.

 

Pensando na segurança do transito, a Proteporta, empresa brasileira que investe em soluções eficazes para proteção de ocupantes de veículos desenvolveu o Protetor de Console, um acessório fabricado com espuma em poliuretano de alta densidade lavável, adaptável a qualquer tipo de veículo que seja equipado com console central e que, entre outras vantagens, diminui o índice de desatenção do condutor e, também, nível de ruído interno dentro do habitáculo provocado por objetos soltos.

 

A instalação é extremamente simples e pode ser feita pelo proprietário. Para isso, basta modelar o protetor no espaço entre o banco e o console para eliminar a possibilidade de qualquer tipo de objeto se perca quando passar por ali, principalmente se for pequeno, como moedas.

 

Esse tipo de situação ocorre das mais variadas formas como, por exemplo, quando o condutor se aproxima de uma praça de pedágio e antes de parar na cabine começa a contar o dinheiro para pagar, juntando as moedas, separando tudo direitinho, mas, quando está chegando perto da cabine, percebe que a moeda escorregou da sua mão e caiu no vão entre o banco e o console do carro. Tarde demais, a moeda não sairá dali tão cedo e exigirá trabalho extra para captura, que deve ser feita, necessariamente, com o veículo parado.

 

Barato e de fácil instalação, o Protetor de console evita perda de atenção do condutor - Divulgação

Barato e de fácil instalação, o Protetor de console evita perda de atenção do condutor – Divulgação

 

Outra situação não rara acontece com condutores do sexo feminino, que preocupada com a beleza, e na pressa do dia a dia faz do habitáculo do veículo seu salão de beleza, se tornando, inclusive, alvo fácil para ação de bandidos em perímetro urbano. Ela só se lembrará daquele dia que estava se maquiando no carro e, quando menos percebeu, viu seu lápis rolar pelo cantinho do banco.

 

“São tantas situações que acontecem que quando pensamos em desenvolver esse produto, imediatamente sabíamos que seria um sucesso. Afinal, quem nunca perdeu um Celular, bala, uma chave, um batom, enfim, é praticamente impossível não conhecer alguém que já tenha sofrido com esse ‘buraco invisível”, comenta Danielle Passoni, gerente de marketing da Proteporta

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Redução de Acidentes – “Buscar objetos dentro do carro está em 5º lugar no ranking dos principais motivos que provocam acidentes no trânsito por distração. Pode tirar até 3 segundos da sua atenção. Se você estiver a 60 Km/h, o seu carro vai conduzir sozinho por 42 metros de distância (tempo e espaço suficiente para acontecer um grave acidente). Um risco considerável”, enfatiza a executiva.

 

Disponível no site www.proteporta.com.br e nos principais sites de vendas da internet, o produto tem preço sugerido de R$49,90. Saiba sobre a empresa e o produto clicando aqui. O produto será avaliado por mim no uso diário e publicado.

 

Sobre a empresa – A Mafer Brasil Comercial Ltda é uma empresa voltada para quem gosta de cuidar do seu automóvel e procura inovação para mantê-lo impecável. Fundada em 2014 e com sede em São Paulo, já é líder no mercado nacional em soluções de proteção automotiva com a marca Proteporta.

 

Com o pioneiro Protetor de porta magnético portátil, ganhou em abril de 2016 o selo de melhor produto do setor pela Revista Quatro Rodas. A Mafer participou de cinco feiras importantes nesse período, mas na Automec – Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços – que realizou a primeira exportação para o Mercosul e também do desenvolvimento de um projeto inédito para a Renault do Brasil, já lançado no mercado e em continuidade no site devido ao grande sucesso inovador.

 

Com forte atuação no mercado nacional, o foco é conseguir relevância internacional a fim de divulgar os produtos existentes e os novos projetos que estão sendo desenvolvidos buscando sempre a excelência de qualidade e otimização dos serviços prestados.

A NSK Brasil acaba de lançar dois produtos automotivos para o mercado de reposição. São eles: o 35BWD21 e o 34BWD10B, rolamentos de roda dianteira para alguns carros da GM (Celta, Corsa, Corsa Classic e Agile) e da Fiat (Palio Idea e Fiorino).

 

“Nosso objetivo é aumentar ainda mais nossa participação de venda no mercado de reposição automotivo, ampliando a linha de produtos”, afirma Alexandre Froes, diretor das unidades de negócio Industrial e Aftermarket.

 

O segmento de reposição automotiva é muito importante para a NSK Brasil, tendo em vista que vem se destacando em termos de produção em nível nacional. “Os rolamentos NSK para aftermarket mantém o padrão de qualidade dos produtos vendidos para as montadoras, passando pelo mesmo processo de validação”, ressalta Froes.

 

Com forte presença neste setor, a NSK é conhecida por sua tecnologia japonesa e pela busca constante na qualidade de seus produtos. A empresa tem uma extensa linha com mais de 500 itens para Aftermarket, sendo uma das principais fornecedoras de rolamentos automotivos para as principais montadoras do mundo.

Película especial permitirá mudança da cor do veículo - Divulgação

Película especial permitirá mudança da cor do veículo – Divulgação

 

O que parecia impossível está mais próximo do viável, graças ao uso de nanotecnologia. Através dela, agora estamos perto de controlar o espectro de luz da física, em especial o espectro de luz visível, aquele que vemos na famosa imagem do prisma refletindo a luz branca em um arco-íris. O mesmo que vemos na difração da luz monocromática em um CD, o espectro de luz da física. Imagine se conseguirmos controlar o espectro de luz, por meio de interfaces mecânicas, nanotecnologia e tecnologias inovadoras. O pesquisador Edilson Gomes de Lima publicou a primeira versão do artigo: Practical Applications for the White light Spectrum (Aplicações Práticas para o Espectro de Luz Branca, em português), referente a pesquisa em andamento nesta direção. Controlar o espectro de luz da física com nanotecnologia e interfaces tecnológicas.

 

Detalhes resumidos podem ser vistos no artigo e no instituto de nanociência, sem fins lucrativos, focado em nanociência e nanotecnologia. No mesmo Edilson Lima está pesquisando a segunda revisão do artigo, para aplicações de interface com o espectro de luz da física. Uma tecnologia de grandes proporções em aplicações comerciais e científicas. No qual, por meio de interface entre os sensos humanos e aparatos, fazendo uso de nanotecnologia, como a nanomecânica será possível controlar o espectro de luz visível. Conforme a primeira revisão do artigo, cientificamente e tecnicamente será possível controlarmos o espectro de luz, e assim termos cores diferentes em objetos, sem o uso de pigmentos.

 

Por meio de uma mimetização das asas de borboletas. Na prática, esta tecnologia seria produzida em adesivos, ou em finas laminas de algum material em definição, com a mesma tecnologia de produção de CHIPs, fazendo uso de nanolitografia. Com custo elevado inicialmente. Assim será possível gerar camadas nanomecânicas para controlar os fótons de luz que atinge a lataria de um veículo. E conforme a vontade do usuário, este aciona um controlador digital ou analógico, que corrige a área superficial, conferindo o ângulo para a cor desejada.

 

Como nas lentes de câmera fotográfica que abre e fecha, no caso, os nanofuros, ou a camada que simula a asa de borboletas com cerdas, para o controle no ângulo para direcionar os fótons na cor desejada. E ainda abrindo possibilidade para a simples aplicação de papel eletrônico, que faz uso de pontos quânticos, com o aprisionamento de elétrons.

 

Não é novidade – Conforme o pesquisador informou, a ideia é antiga, mas o detalhe principal que será adicionado na próxima revisão do artigo surgiu ao acaso. Ao realizar uma pesquisa sobre fotônica, ocorreu o insight que é possível sim usar algumas técnicas e ferramentas atuais para o devido controle do espectro de luz. Em especial a região do espectro de luz visível. Com isso será possível pintar e mudar de cor objetos, sem a necessidade de pigmentos, a princípio.

 

O pesquisador Edilson Gomes de Lima, especialista em nanotecnologia está estudando as formas mais práticas para trazer essa tecnologia a realidade, de forma prática. Com a possível aplicação por envelopamento, ou a produção de blocos para se montar a lataria. Na questão analítica, será solicitado a um laboratório de análises, a terceirização dos devidos testes que custam caro.

 

Por esta razão, o artigo ainda necessita de resultados analíticos que dependem de investimento. E para isso ainda se está sendo estudado meios para isso, como investimento de mercado. Conforme o artigo já em revisão demonstrou, há a viabilidade técnica. Ou seja, como a questão a ser respondida é se seria possível controlarmos o espectro de luz, por meio de aparatos tecnológicos de fronteiras dimensionais.

 

Para tanto, várias estratégias podem ser usadas, desde nanofuros em uma superfície, no qual, o tamanho dos nanofuros ou punções nanomecânica podem abrir e fechar com precisão de nanômetros. Com isso, ocorre o controle da dispersão de fótons da luz monocromática, e um diminuto chanfro nesses furos direciona o ângulo desejado, com o ajuste angular e dimensional de furo, temos determinada cor.

 

Na prática, a estratégia de fabricação é por meios de deposição de materiais, para mimetização por nanolitografia a superfície de asas de borboletas. Quase a mesma tecnologia de produção de CHIPS de computador, porém com alguns ajustes. E incluindo a isso tudo, há também a possibilidade do uso de papel eletrônico para possível envelopamento da lataria de veículos e outros produtos.

 

É uma pesquisa em andamento, na qual a questão não é responder o problema conceitual, este já é comprovadamente possível e bem explicado pela disciplina da física óptica angular, no qual as correções angulares no espectro de luz visível, possibilitam controlar as cores em dimensional nanométrico. A questão da pesquisa em andamento está em apresentar meios práticos. Ou seja, a tecnologia e a engenharia necessária para produzir essa tecnologia, assim como materiais, máquinas, processo de produção e aplicações comerciais. “A nanotecnologia a caminho de um controle no espectro de luz”. Isso irá revolucionar em direção a muitos produtos baseados em cores. Do papel de parede a ecologia, com o possível banimento de alguns pigmentos nocivos ao meio ambiente.

 

O projeto combina uma estratégia, como uma combinação entre tecnologia de encoder para uma IHM (sigla de Interface Homem Máquina), com mimetização biológica da área superficial de asas de borboletas, fazendo a mimetização de nanocerdas controláveis por temperatura e elétrica, física óptica, e engenharia. A pesquisa está em andamento, com o tema: Practical Applications for the White Light Spectrum. Tudo para interligar os sensos humanos ao controle do espectro de luz. Possivelmente, o controle do infravermelho, UV (sigla de raio ultravioleta), e em especial a luz visível.

 

Mais detalhes podem ser vistos no site do instituto de pesquisa, que opera sem fins lucrativos para a promoção, pesquisa e divulgação de ciência, nanociência e nanotecnologia. O instituto está em busca de parcerias, investimentos e doações para alavancar as pesquisas, geração de negócios, produtos e serviços. Um instituto para prestar consultoria e gerar ciência prática de verdade. No momento o site do Instituto de pesquisa e promoção está em construção, o nome do instituto ainda está sendo definido, mas já pode ser visualizado uma prévia do mesmo clicando aqui

Abertura do Campeonato Brasileiro será de 15 a 18 de junho - Foto Marcos Mendez

Abertura do Campeonato Brasileiro será de 15 a 18 de junho – Foto: Marcos Mendez

 

A Classe HPE 25 se reúne e leva o talento de seus velejadores à Ilhabela (SP), onde será realizado o 13º Campeonato Brasileiro, de 15 a 18 de junho. Há previsão de cerca de 25 embarcações alinhadas nas raias do Canal de São Sebastião, com a sede do evento no Saco da Capela, a 750 metros da Vila, o centro de Ilhabela.

 

A flotilha nacional de HPE 25 abrange atualmente o expressivo número de 60 barcos, o que ratifica a evolução da classe que estreou em Ilhabela em 2003 e hoje tem competições frequentes, principalmente na própria ilha, Represa Guarapiranga (SP) e Rio de Janeiro, além das atividades em Florianópolis e Salvador. O Campeonato Brasileiro de HPE 25 é disputado anualmente desde 2005 com sede alternada entre Ilhabela e Rio de Janeiro.

 

O Rio Sail Tech, de Victor Demaison Jr, venceu em 2016 no Rio de Janeiro. Em 2015, em Ilhabela, o título ficou com o Magoo, de Augusto Falletti. Neste ano, exímios conhecedores dos ventos e correntezas da ilha, os tripulantes locais fazem do Ginga um dos favoritos. “Apesar da conquista recente no Paulista, temos de conter o otimismo devido ao elevado nível técnico da flotilha. Nossos concorrentes são fortes e irão muito motivados para a raia”, avalia o comandante do Ginga, Breno Chvaicer.

 

O Ginga venceu Semana de Vela de Ilhabela na HPE 25 em 2016 e em abril deste ano conquistou o Campeonato Paulista na Represa Guarapiranga. Embalado pelo retrospecto vitorioso, o desafio do Ginga a partir de quinta-feira (15) será a luta pelo tricampeonato brasileiro, após os títulos de 2011 e 2013, ambos em Ilhabela, considerada como o quintal de casa do barco tipicamente caiçara.

 

Flotilha de HPE conta com 60 barcos - Divulgação

Flotilha de HPE conta com 60 barcos – Foto:  Marcos Mendez

 

Equilíbrio – Apesar da força do Ginga competindo “em casa”, muitos de seus adversários podem ser colocados em condições de igualdade devido ao talento de suas tripulações. Um dos mais experientes velejadores da classe HPE 25, Rique Wanderley, comandará o sempre favorito Bond Girl. “Nas manobras, a maioria das equipes está nivelada, todos estão muito bem treinados. Nós ainda precisamos adquirir um pouco mais de velocidade para pensarmos em um bom resultado no Brasileiro”, considera o timoneiro do Bond Girl.

 

Wanderley adota o desempenho dos três primeiros colocados no recente Campeonato Paulista para eleger seus favoritos. “Podemos destacar Ginga, Atrevido e Phoenix com chances reais de vencer em Ilhabela. O Fábio Bocciarelli (Atrevido) tem uma equipe muito bem entrosada enquanto o Phoenix conta com as experiências de Eduardo Souza Ramos e Bochecha (André Fonseca)”, opina o velejador paulista.   

 

O Bond Girl já esteve no alto do pódio do Campeonato Brasileiro da classe: foi campeão em 2008, em Búzios (RJ).  O barco ainda soma em sua galeria de vitórias, três títulos da tradicional Semana de Vela de Ilhabela, o último em 2015. “Não vai ser fácil para ninguém. Será um campeonato muito acirrado. A HPE 25 é, sem dúvida, a mais forte e mais disputada entre as classes one design”, conclui o comandante Wanderley.

 

Campeões Brasileiros da classe HPE 25*

2007 / Ilhabela – Tigre (Marcos Adler – RJ)

2008 / Búzios – Bond Girl (Rique Wanderley – SP)

2009 / Ilhabela – Tigre (Marcos Adler – RJ)

2010 /Angra dos Reis – Max (Bruno Prada – SP)

2011 / Ilhabela – Ginga (Breno Chvaicer – Ilhabela)

2012 / Rio de Janeiro – Atik (Henrique Hadad – RJ)

2013 / Ilhabela – Ginga (Breno Chvaicer – Ilhabela)

2014 / Rio de Janeiro – Relaxa (Haroldo Solberg – RJ)

2015 / Ilhabela – Magoo (Augusto Falletti – SP)

2016 / Rio de Janeiro – Rio Sail Tech (Victor Demaison Jr. – RJ)

Fonte: Organização

*Em 2005 e 2006 houve disputa informal da classe. O Campeonato Brasileiro de HPE 25 teve início oficial em 2007.

Emerson Muneratto - Divulgação

Emerson Muneratto – Divulgação

 

A Tintas MC, maior rede varejista de tintas do Brasil, anuncia o seu novo gerente Automotivo, Emerson Muneratto. Com vinte anos de carreira na BASF, o profissional se junta à equipe da Tintas MC para a retomada da empresa no mercado automotivo.

 

A rede pretende retomar agora com o auxilio e expertise de Muneratto, que será responsável por toda a parte de tinta automotiva e industrial. Além disso, o gerente estará à frente de projetos em conjunto com as franquias para a inserção da tinta automotiva. Para Emerson Muneratto, o investimento da empresa é certeiro. “O mercado automotivo não tem um período de sazonalidade, pois é um mercado que gera vendas todos os dias para as lojas”, declara o executivo.

 

A expectativa é aumentar de três a quatro vezes o faturamento do setor automotivo da empresa. Atualmente, a Tintas MC conta com 53 lojas próprias, duas franquias em operação e mais quatro em processo de abertura, distribuídas entre São Paulo, ABC e Litoral Paulista. O objetivo da empresa é se tornar uma marca nacional e sextuplicar de tamanho, com 300 lojas até o final de 2023 e um faturamento de R$ 220 milhões até 2018. “Sendo assim, as tintas automotivas e industriais vão representar 30% do faturamento da empresa”, finaliza Muneratto.