Skip to content

RICARDO RIBAS

Jornalismo feito por jornalista

Archive

Category: Náutica
Triton 340 - Divulgação

Triton 340 – Divulgação

 

Após a sua primeira aparição em evento náutico brasileiro, em abril deste ano, as primeiras unidades da nova lancha Triton 340 chegam ao mercado com preços promocionais. Produzida pelo estaleiro Triton Yachts, a embarcação, que é uma atualização do modelo de 33 pés da marca, já tem atraído a atenção dos amantes da navegação. Entre as suas principais características destaque para a alta tecnologia, conforto em todos os ambientes, amplitude da praça de popa e das cabines, navegabilidade e a nova configuração do espaço gourmet.

 

A Triton 340 é uma embarcação que alia desempenho com conforto, além de ter um tamanho bastante adequado para aproveitar momentos com amigos, com a família e para navegar na costa brasileira. Entre as atualizações da lancha está a modernização do seu design e a ampliação da plataforma de popa para desfrutar ainda mais deste espaço ao ar livre.

 

O modelo se diferencia de outros da marca é que a Triton 340 tem o espaço gourmet integrado ao cockpit.  Destaque também para a área interior com cabines amplas, graças ao planejamento arquitetônico de aproveitamento de espaços. O banheiro com box para dividir a área de banho, é mais um diferencial. Algo bastante incomum nas embarcações deste porte.

 

Interessados poderão adquirir um dos modelos já finalizados com montagem básica e motorização parelha Mercury 200 Alta por R$ 429.900,00. Mais informações poderão ser obtidas através do email contato@waybrasil.com

 

A Triton 340 – Com pouco mais de 10 metros de comprimento, a Triton 340 parece compacta por fora, mas surpreende com o aproveitamento dos espaços e com a sua versatilidade. Durante o dia, pode receber confortavelmente até doze convidados. Na área externa, conta com espaçoso cookpit que, além do posto de comando, integra o espaço gourmet com grill e pia, próximo à plataforma de popa. Espaço na proa para banhos de sol são mais atrativos.

 

Para pernoite, acomoda até quatro pessoas com duas cabines, uma com cama grande e outra que pode se transformar em um sofá, uma área de estar. Cozinha é mais um ambiente que compõe a área interna da charmosa embarcação.

 

Outro diferencial do modelo é a possibilidade de customização de acordo com o perfil e as necessidades do cliente. Tecidos, acabamentos, equipamentos, pintura e eletrodomésticos são algumas das opções de personalização.

Veleiro Phoenix venceu três vezes - Foto: Marcos Mendez

Veleiro Phoenix venceu três vezes – Foto: Marcos Mendez

 

O 13º Campeonato Brasileiro de HPE 25 consagrou o veleiro Phoenix com o inédito e mais relevante título nacional da classe. Em oito regatas disputadas no Canal de São Sebastião, o barco do Yacht Club Paulista (YCP) foi soberano entre os 24 inscritos. Obteve três vitórias e descartou como pior resultado um quarto lugar. Fit to Fly e Dom, ambos de Ilhabela, ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

 

A tripulação do Phoenix, formada por Eduardo Souza Ramos, André Fonseca – o Bochecha, Juninho de Jesus e Amauri Gonçalves, comemorou a conquista com os resultados obtidos de quinta-feira a sábado. As duas regatas previstas para domingo foram canceladas devido à falta de vento. Caso as duas regatas fossem realizadas, bastaria ao Phoenix um sétimo lugar para consolidar o título brasileiro.

 

“Tivemos três dias de muitos acertos e mantivemos a regularidade de não chegar além da quarta posição. Nossos tripulantes velejaram com muita inspiração e mostraram que estavam bem preparados”, afirmou o comandante Souza Ramos. Em 2016, o Phoenix foi vice-campeão brasileiro. Neste ano, ficou em terceiro no Campeonato Paulista, na Guarapiranga, e em segundo lugar na 2ª Etapa da Copa Suzuki há duas semanas, também em Ilhabela. 

 

Os vice-campeões fizeram o máximo possível para aprimorar o desempenho do Fit to Fly, mas comemoraram com intensidade as medalhas de prata conquistadas na Capital Nacional da Vela. “O Phoenix não deu chances para ninguém. Fez um campeonato perfeito, mas nós estamos felizes e certos que nos esforçamos muito”, considerou o timoneiro do Fit to Fly, Henrique Hadad, o Gigante. “Pelo tamanho (oito metros) e número de tripulantes (quatro), a classe HPE 25 é perfeita para se velejar no Brasil”, concluiu Gigante.

 

Pela primeira vez no pódio do Campeonato Brasileiro de HPE 25, o timoneiro do Dom, Pedro Lodovici, revelou a tática para manter a regularidade e levar a tripulação à medalha de bronze, mesmo sem vencer regata. “Combinamos para competir de forma conservadora, sem preocupação com a vitória, mas se possível chegarmos sempre entre os seis primeiros. Fomos agressivos apenas nas largadas, sempre fundamentais para se manter na frente em uma flotilha com barcos e tripulações tão iguais”, afirmou o comandante do Dom.  O próximo encontro da classe HPE 25 será na Semana de Vela de Ilhabela, de 7 a 15 de julho.

 

Classificação após oito regatas (com um descarte)

1) Phoenix (Eduardo Souza Ramos): 3+1+(4)+2+3+1+1+3= 14 pontos perdidos

2) Fit to Fly (Henrique Hadad): 2+4+6+3+2+3+(12)+2 = 22 pp

3) Dom (Pedro Lodovici): 7+3+7+5+4+4+3+!17) = 33 pp

4) Ginga (Breno Chvaicer): 11+2+2+1+6+(19)+11+4 = 37+2* = 39 pp

5) Alhena (Mário Tinoco): 8+11+1+4+7+5+4+(18) = 40 pp

 

*Ginga teve dois pontos acrescidos por penalidade sofrida na quinta regata

 

Categoria Silver

1) Conquest (Marco Hidalgo) – 62 pp

2) Sururu (Martin Lowy) – 68 pp

3) Pé de Vento (Vasco Simões) – 88 pp

Fonte: Organização

Abertura do Campeonato Brasileiro será de 15 a 18 de junho - Foto Marcos Mendez

Abertura do Campeonato Brasileiro será de 15 a 18 de junho – Foto: Marcos Mendez

 

A Classe HPE 25 se reúne e leva o talento de seus velejadores à Ilhabela (SP), onde será realizado o 13º Campeonato Brasileiro, de 15 a 18 de junho. Há previsão de cerca de 25 embarcações alinhadas nas raias do Canal de São Sebastião, com a sede do evento no Saco da Capela, a 750 metros da Vila, o centro de Ilhabela.

 

A flotilha nacional de HPE 25 abrange atualmente o expressivo número de 60 barcos, o que ratifica a evolução da classe que estreou em Ilhabela em 2003 e hoje tem competições frequentes, principalmente na própria ilha, Represa Guarapiranga (SP) e Rio de Janeiro, além das atividades em Florianópolis e Salvador. O Campeonato Brasileiro de HPE 25 é disputado anualmente desde 2005 com sede alternada entre Ilhabela e Rio de Janeiro.

 

O Rio Sail Tech, de Victor Demaison Jr, venceu em 2016 no Rio de Janeiro. Em 2015, em Ilhabela, o título ficou com o Magoo, de Augusto Falletti. Neste ano, exímios conhecedores dos ventos e correntezas da ilha, os tripulantes locais fazem do Ginga um dos favoritos. “Apesar da conquista recente no Paulista, temos de conter o otimismo devido ao elevado nível técnico da flotilha. Nossos concorrentes são fortes e irão muito motivados para a raia”, avalia o comandante do Ginga, Breno Chvaicer.

 

O Ginga venceu Semana de Vela de Ilhabela na HPE 25 em 2016 e em abril deste ano conquistou o Campeonato Paulista na Represa Guarapiranga. Embalado pelo retrospecto vitorioso, o desafio do Ginga a partir de quinta-feira (15) será a luta pelo tricampeonato brasileiro, após os títulos de 2011 e 2013, ambos em Ilhabela, considerada como o quintal de casa do barco tipicamente caiçara.

 

Flotilha de HPE conta com 60 barcos - Divulgação

Flotilha de HPE conta com 60 barcos – Foto:  Marcos Mendez

 

Equilíbrio – Apesar da força do Ginga competindo “em casa”, muitos de seus adversários podem ser colocados em condições de igualdade devido ao talento de suas tripulações. Um dos mais experientes velejadores da classe HPE 25, Rique Wanderley, comandará o sempre favorito Bond Girl. “Nas manobras, a maioria das equipes está nivelada, todos estão muito bem treinados. Nós ainda precisamos adquirir um pouco mais de velocidade para pensarmos em um bom resultado no Brasileiro”, considera o timoneiro do Bond Girl.

 

Wanderley adota o desempenho dos três primeiros colocados no recente Campeonato Paulista para eleger seus favoritos. “Podemos destacar Ginga, Atrevido e Phoenix com chances reais de vencer em Ilhabela. O Fábio Bocciarelli (Atrevido) tem uma equipe muito bem entrosada enquanto o Phoenix conta com as experiências de Eduardo Souza Ramos e Bochecha (André Fonseca)”, opina o velejador paulista.   

 

O Bond Girl já esteve no alto do pódio do Campeonato Brasileiro da classe: foi campeão em 2008, em Búzios (RJ).  O barco ainda soma em sua galeria de vitórias, três títulos da tradicional Semana de Vela de Ilhabela, o último em 2015. “Não vai ser fácil para ninguém. Será um campeonato muito acirrado. A HPE 25 é, sem dúvida, a mais forte e mais disputada entre as classes one design”, conclui o comandante Wanderley.

 

Campeões Brasileiros da classe HPE 25*

2007 / Ilhabela – Tigre (Marcos Adler – RJ)

2008 / Búzios – Bond Girl (Rique Wanderley – SP)

2009 / Ilhabela – Tigre (Marcos Adler – RJ)

2010 /Angra dos Reis – Max (Bruno Prada – SP)

2011 / Ilhabela – Ginga (Breno Chvaicer – Ilhabela)

2012 / Rio de Janeiro – Atik (Henrique Hadad – RJ)

2013 / Ilhabela – Ginga (Breno Chvaicer – Ilhabela)

2014 / Rio de Janeiro – Relaxa (Haroldo Solberg – RJ)

2015 / Ilhabela – Magoo (Augusto Falletti – SP)

2016 / Rio de Janeiro – Rio Sail Tech (Victor Demaison Jr. – RJ)

Fonte: Organização

*Em 2005 e 2006 houve disputa informal da classe. O Campeonato Brasileiro de HPE 25 teve início oficial em 2007.

Aloha Spirit pretende movimentar a Praia do Forte em Cabo Frio - Divulgação

Aloha Spirit pretende movimentar a Praia do Forte em Cabo Frio – Divulgação

 

No primeiro final de semana de junho, dias 2, 3 e 4, ocorre o Aloha Spirit, um dos maiores festivais de esportes aquáticos em mar aberto do país, na Praia do Forte em Cabo Frio, na região dos lagos do estado do Rio de Janeiro. O evento, que está na sua 30ª edição, terá competições de Stand Up Paddle, Canoa Havaiana e Natação. Além de Surfski, que é praticado em um caiaque individual com o controle do leme nos pés do atleta, Paddleboard, modalidade parecida com o Stand Up Paddle, e Triathlon Waterman, onde o atleta vai ter que praticar Natação Paddleboard e Stand Up Paddle.

 

O idealizador do Aloha, que conta com patrocínio da Booking e copatrocínio da Riachuelo, João Castro faz questão de frisar que o evento não é apenas uma competição esportiva, e sim o festival para todos os públicos.

 

“O Aloha não e só esporte. Queremos fazer um festival, onde terá shows no final de tarde, exibição de filmes e feira de equipamentos, sempre voltados para esporte de aventura”, explica João, que conta que o evento terá uma responsabilidade social. “Temos uma parceria com o Projeto Mar Adentro, que vai nos ajudar na conscientização ecológica do público e dos atletas presentes”, falou João.

 

O Festival, que está em sua segunda edição no ano (a primeira foi em Ilha Bela, litoral de São Paulo, e a terceira e última será em Salvador, em setembro), contará com a participação de atletas de ponta. Como por exemplo, Betina Lorscheitter que compõe a Seleção Brasileira de Maratonas Aquáticas.

 

O atleta paralímpico e ex-Big Brother, Fernando Fernandes, também é um deles, e vai participar do Surfski prometendo inovação. O leme da canoa da modalidade é controlado com os pés, como ele é paraplégico, usará um protetor bucal, onde através da língua ele controlará o leme por bluetooth. Vai ser a primeira vez que ele utilizará esse mecanismo em uma competição.

 

Na canoa havaiana, o atleta Igor Lourenço, que vai representar o Brasil na competição Te Aito (a maior de remo individual do mundo), no Thaiti, usará a categoria V1 para preparação para a disputa nas ilhas do Oceano Pacífico, no final de junho. Além disso, Igor vai competir com sua equipe, Rio Va’a na categoria OC6, que entrará na pontuação para o Campeonato Brasileiro da modalidade.

 

“Estou muito animado para o Aloha Spirit. E tomara que o mar esteja em boas condições, porque a gente gosta muito de remar em Cabo Frio”, disse Igor, que já participou de outras edições do Aloha. “É um evento muito legal, onde os organizadores dão todo o auxílio necessário para o atleta”, avaliou o remador.

 

O nome do festival é inspirado na palavra havaiana Aloha, que é uma sigla na língua polinésia, e também nem uma sigla no mesmo idioma que significa: A – AKAHAI – bondade, ternura, amabilidade / L – LOKAHI – unidade, harmonia / O – OLU’OLU – agradável, cordialidade / H – HA’AHA’A – modéstia, humildade / A – AHONUI – paciência, perseverança.

Divulgação

Divulgação

 

Fazer exercícios ao ar livre traz benefícios para o corpo e a mente. Para atrair e incentivar estas atividades saudáveis no mar, a Brunswick apresenta ao mercado náutico duas novas embarcações para vivenciar esta experiência, permitindo que os jovens apaixonados por adrenalina procurem nos esportes náuticos os momentos para curtir e se exercitar, seja em represas, rios, lagoas ou na imensidão do mar.

 

Fabricadas pela estadosunidense Brunswick, maior indústria de barcos do mundo, a Hey Day WT 1 e a Hey Day WT 2, da imbatível marca Bayliner, acabam de chegar ao país.

 

Os barcos possuem design esportivo e atratividades de sobra para mexer com os amantes dos esportes radicais e aventuras náuticas como os praticantes de wakesurf e wakeboard.

 

A Hey Day WT2 com pouco mais de 23 pés e design arrojado, possui configuração única que oferece mais espaço e conforto aos tripulantes. Seu posto de comando lateral abre lugar para um espaçoso lounge de convivência na proa e assentos adicionais para acomodar confortavelmente até 12 pessoas. O solário de popa permite observar a prática de esportes assim como sentir o panorama enquanto navega.

 

Já a Hey Day WT1 com pouco menos de 20 pés foi projetada para o máximo desempenho e se encaixa facilmente na maioria das garagens. Casco projetado especificamente para lançar um despertar maciço para wakesurf e wakeboard. Seu posto de comando exclusivo coloca o piloto no centro da atividade social, enquanto dá ao barco algumas opções de assentos exclusivamente flexíveis. Tudo combina para momentos inesquecíveis com os amigos.

 

Ficha Técnica

Hey Day – WT2

Comprimento com plataforma: 7 metros

Boca: 2,0 metros

Calado : 0,78cm

Tanque : 132 litros

Motorização: 5,7L harness 350 HP

Peso : 1610 KG

Capacidade: 12 passageiros dia / sem pernoite

 

Ficha Técnica

Hey Day – WT1

Comprimento com plataforma: 6 metros

Boca: 2,0 metros

Calado máximo: 0,78

Tanque combustível: 132 L

Motorização: 5.7L harnesses 350HP

Peso: 1428 Kg

Capacidade passageiros/dia: 9

Capacidade passageiros/noite: Sem pernoite

http://www.bayliner.com.br/

Sea-Doo GTI 90 tem preço especial no Rio Boat Show e nas concessionárias BRP - Divulgação

Sea-Doo GTI 90 tem preço especial no Rio Boat Show e nas concessionárias BRP – Divulgação

 

Os produtos BRP marcam presença no Rio Boat Show, de 5 a 11 de abril na Marina da Glória, Rio de Janeiro (RJ). O evento, apontado como o maior salão náutico outdoor da América Latina, terá estande de 120 metros quadrados da concessionária Quadricenter, localizado entre as ruas 2 e 3, próximo ao Espaço dos Desejos.

 

O público poderá conferir de perto os destaques da linha 2017 das cobiçadas motos aquáticas Sea-Doo. Haverá promoções, como do lançamento Sea-Doo GTI 90, que está com preço especial de R$ 46.990,00. A condição é válida no Rio Boat Show e nas mais de 60 concessionárias BRP espalhadas pelo país.

 

“A Quadricenter sempre está presente no evento, que é muito importante e traz público que tem bastante identidade com os produtos da BRP”, explicou Leonardo Lattanzi, proprietário da concessionária que possui lojas na Barra da Tijuca e em Niterói (RJ).

 

Outros grandes atrativos são o motor Evinrude E-TEC G2 de 150HP, lançamento da marca, e os veículos on-road e off-road da Can-Am. “Vamos expor ainda o triciclo Spyder F3, quadriciclos e UTVs, como o lançamento Can-Am Maverick X3, que revolucionou o segmento off-road. As máquinas sempre chamam muita atenção e despertam o interesse de todos”, concluiu Lattanzi.

 

Barco Sedna UB 315 com parelha de motores Evinrude E-TEC G2 de 300HP - Divulgação

Barco Sedna UB 315 com parelha de motores Evinrude E-TEC G2 de 300HP – Divulgação

 

Test drive – Na área de visitação e test drive de embarcações, a potência dos motores Evinrude E-TEC G2 estará em ação no Sedna UB 315. O barco, desenhado para pesca com o objetivo de percorrer grandes distâncias no menor espaço de tempo, está equipado com uma parelha de motores de popa de 300 HP.

 

“O cliente Sedna fará a escolha dos motores, mas somos fãs do Evinrude E-TEC G2 por oferecer pouca manutenção (cinco anos ou 500 horas sem manutenção programada), economia de combustível e uma ótima relação entre custo e benefício”, explicou Marcelo Ferrari, gerente comercial do estaleiro paulista.

Cinco regatas marcaram a abertura do Campeonato Paulista - Marcos Mendes

Cinco regatas marcaram a abertura do Campeonato Paulista – Marcos Mendes

 

No último fim de semana (1º e 2), as tripulações paulistas da flotilha da Classe HPE 25 içaram suas velas para as primeiras cinco regatas do Campeonato Paulista da classe, realizado na represa de Guarapiranga (SP). Em dois dias com regimes de vento completamente diferentes, as equipes se enfrentaram em disputas bastante acirradas.

 

Nos dois dias de competição, os veleiros partiram da sede do Yacht Club Paulista para regatas em barla sota com 1,2 milha cada. Mesma distância de raias montadas em Ilhabela, por exemplo. No sábado, os ventos sopraram predominantemente de sul, acompanhando a entrada de uma frente fria, com rajadas de até 20 nós. O ritmo das manobras e dos veleiros foi intenso. Os barcos chegaram planar a 15 nós com a vela balão aberta.

 

Competição reuniu 60 velejadores durante o fim de semana - Marcos Mendes

Competição reuniu 60 velejadores durante o fim de semana – Marcos Mendes

 

“A classe tem barcos muito bons tecnicamente e foi um dia muito divertido. O vento forte dá uma das boas emoções abordo do HPE, que é andar de balão com o barco planando”, comenta Eduardo Souza Ramos, comandante do barco Phoenix.

 

Quem se deu melhor no primeiro dia foi o barco Ginga, do comandante Breno Chvaicer, que venceu as três regatas de sábado. “Toda a tripulação fez um ótimo trabalho. Aproveitamos o vento forte e as características do barco, que planou muito bem. Conseguir três primeiros lugares em um campeonato tão disputado como o paulista é um bom resultado, sem dúvida”, comemora Breno Chvaicer.

 

No domingo (2), as características mudaram completamente. Com ventos de intensidade média e fraca, rondando entre leste e sul, variando de 7 a 13 nós, as regatas se tornaram mais técnicas e a experiência das tripulações teve papel ainda mais importante. Bom para o veleiro Bond Girl, do comandante Carlos Wanderley que foi bastante regular e terminou o fim de semana com apenas 17 pontos perdidos.

 

“O vento no segundo dia foi típico da Guarapiranga. As regatas foram mais técnicas e imprevisíveis. Pudemos ver como a Classe HPE 25 está equilibrada”, comenta Carlos Wanderley. A tripulação do barco Phoenix também velejou bem, ficando em 1º e 3º nas regatas do dia, deixando o campeonato mais embolado.

 

O campeonato paulista continuará no próximo fim de semana, dias 8 e 9 de abril, quando a flotilha se reunirá novamente em Guarapiranga para o encerramento da competição.

 

Veleiros se reunirão novamente nos dias 8 e 9 de abril - Marcos Mendes

Veleiros se reunirão novamente nos dias 8 e 9 de abril – Marcos Mendes

 

Preparação – A abertura do Campeonato Paulista reuniu 60 velejadores de todo o Brasil nas águas da Guarapiranga. Para os competidores foi também uma ótima oportunidade para se preparar para as próximas competições do ano, como o Brasileiro e também a Semana de Vela de Ilhabela.

 

“O Paulista reúne muita gente boa e tripulações experientes. É um ótimo parâmetro para vermos como está o nosso desempenho com relação aos outros veleiros que encontraremos novamente em outras competições durante o ano”, comenta Breno.

 

“Houve um fortalecimento da HPE em São Paulo e a classe está um ótimo momento. A grande diversão dessa categoria é que as equipes são muito parelhas. Estamos no começo da temporada e as tripulações começaram a se preparar para todas as competições do ano. No paulista, pudemos ver como as disputa serão em 2017″, explica Carlos Wanderley.

 

A Suzuki Veículos marcou presença no Campeonato Paulista da Classe HPE, expondo dois carros na sede do Yacht Club Paulista durante a competição.

 

Resultados acumulados após cinco regatas:

1º – Bond Girl – 17 pontos perdidos

2º – Ginga – 18 p.p

3º – Phoenix – 20 p.p

4º – Atrevido – 24 p.p

5º – FIT TO FLY – 25 p.p

6º – Takra – 27 p.p

7º – Relaxa – 30 p.p

8º – Cabron – 40 p.p

9º – Rex Pajero – 43 p.p

10º – Rubber Soul – 48 p.p

11º – Euphoria – 58 p.p

12º – Magoo – 58 p.p

13º – Sururu – 66 p.p

14º – Vento – 68 p.p

15º – Ubunto – 72 p.p

16º Blue Shark – 73 p.p

Fonte: Organização

Divulgação

Divulgação

 

A Brunswick apresentará ao lado de seu representante oficial do Rio de janeiro, a Yacht Collection, os modelos de barcos 280, 310 e 350,da linha Bayliner, e 395 da linha Sea Ray. Todas as embarcações devem chamar a atenção dos visitantes da Baia de Guanabara. Os barcos estarão disponíveis para visitação durante todo o evento.

 

O destaque fica por conta da nova 35 pés, embarcação com alta tecnologia marítima, ambiente confortável e design que confere estética e desempenho, sendo um barco ideal para passeios descontraídos ou cruzeiros de longa escala. Todos os modelos estarão disponíveis para visitação durante o evento.

 

Na versão da série atualizada a embarcação 350 oferece um casco sólido que facilita e confere prazer a navegabilidade. Acolhe 14 pessoas nos passeios durante o dia e seis no pernoite. O banco do cockpit é duplo e giratório, conectando os tripulantes à área social.

 

Com cozinha equipada com micro ondas, geladeira, tv, ar condicionado, som, cortinas nas janelas e presença de luminosidade natural durante o dia e luzes em led para auxilio e visibilidade noturna. O tanque é de inox com capacidade de 316 litros.

 

A marca garante junto aos seus clientes e fornecedores o interesse no mercado nacional. “Todos os nossos barcos a partir de dezembro de 2017 passarão a ser importados de plantas da empresa presentes nos EUA, México e Polônia, uma vez suspensa a produção nacional”, explica Reinaldo Maykot, diretor geral da marca. “Nossos serviços e rede de revendas continuarão recebendo apoio e treinamento contínuo da Brunswick”, revela Maykot.

 

A Brusnwick atenta às demandas específicas de seus clientes mapeou o perfil de seus fiéis consumidores: as embarcações dos modelos até 310 atraem jovens entre 30 e 35 anos, que fazem das saídas ao mar uma grande diversão entre amigos ou pequenas famílias. São apaixonados por aventuras, músicas e boas companhias.

 

Já o perfil dos consumidores de embarcações acima de 35 pés, são casais entre 45 e 50 anos, onde a ida ao mar significa reunir a família e estar em contato direto com a natureza. Fazer um churrasco a bordo e pernoitar uma ou duas noites é rotineiro entre este grupo de pessoas.

 

Mais informações no site da Bayliner.