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RICARDO RIBAS

Jornalismo feito por jornalista

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Archive for setembro, 2015
Grandioso, o Complexo Speedland resgata o sonho de piloto amador parecer profissional com pompa e circunstância - Reprodução

Grandioso, o Complexo Speedland resgata o sonho de piloto amador parecer profissional com pompa e circunstância – Reprodução

 

Quem tem mais de 50 anos e é apaixonado por automobilismo entenderá o tom de nostalgia misturado com esperança deste artigo e, principalmente, aquele que, como diz o ditado popular, o sangue não corre nas veias, tira racha. Quem sonhou em se aventurar no trépido e caríssimo mundo do esporte a motor, mas tinha como contencioso, um baixíssimo ou quase nulo orçamento teve na década de 1990 a oportunidade de cumprir o ritual de vestir um macacão, afivelar um capacete e acelerar entre pneus. Era o kart indoor que nasceu e prosperou durante anos até quase desaparecer.

 

Da numerosa família, formada por aproximadamente 130 indivíduos, as pistas, e um sem-número de agregados, os funcionários – a capital paulista chegou a ter mais pistas indoor do que a soma de todas pelo mundo afora – caiu em declínio vertical. Hoje restam tão poucas pistas indoor que dá para contar nos dedos de uma mão. Mas erra quem imaginou que quem tinha como destino o bairro do Jaguaré, zona oeste da capital, onde surgiu a primeira pista de kart indoor, morreu de vez.

 

Pista de corrida da Speedland é finalizada com neon azul, um capricho jamais visto em qualquer outro kart indoor no Brasil - Reprodução

Pista de corrida da Speedland é finalizada com neon azul, um capricho jamais visto em qualquer outro kart indoor no Brasil – Reprodução

 

Amanhã (1º de outubro) será aberto ao público um empreendimento de vulto, o Speedland, um complexo com 26 mil m², que reúne num mesmo ambiente a maior pista de kart para amadores no Brasil e dezenas de atrações para a família. Localizado no Tatuapé, o complexo apresenta pista com 1.200 metros – mesma metragem da Kart In Racing Club, que encerrou atividades em 2012 por causa de uma reintegração de posse imposta ordem judicial – e une o melhor dos dois mundos nesse esporte: pode ser indoor (fechada) e outdoor ao mesmo tempo. Para dar vida ao novo templo do kart indoor foi investido um total de R$ 20 milhões a R$ 25 milhões. O estacionamento tem cem vagas com serviço de manobrista.

 

A pista permite diversas configurações, tendo uma delas uma grande reta com mais de 300 metros, o que é sinônimo de aceleração máxima, goela seca e adrenalina a sair pelos poros. Vale um parêntese. Em 1995, quando eu ainda era repórter especial no agora só digital Diário do Comércio, dei início a uma série de matérias abordando o tema Kart Indoor, observando sempre pelo ângulo negócio e entretenimento.

 

Kart In Racing Club era gigante, mas encerrou atividades em 2012 por ordem judicial - Reprodução

Kart In Racing Club era gigante, mas encerrou atividades em 2012 por ordem judicial – Reprodução

Como empreendimento, à época, a atividade se multiplicava mais que coelho e enxerguei no novo segmento um assunto de interesse do jornal, o comércio de entretenimento. Juntou a fome com a vontade de comer. Ou seja, eu percorria as pistas sempre de outro repórter, sendo que eu apurava os dados e o outro o opinava sobre entretenimento. Para elaborar material noticioso conversava com os donos dos empreendimentos, cujos investimentos variavam de acordo com o que queriam de retorno, de modo a oferecer ao leitor algum tipo de vantagem, como um desconto para o cliente que apresentasse a matéria do jornal, o que não consistia em uma publimatéria, embora divulgasse a pista, dicas de pilotagem, dados econômicos, entre outros.

 

Acredite, às quintas-feiras, quando o jornal publicava as matérias não sobrava um exemplar, que embora a distribuição fosse gratuita aos comerciantes também podia ser adquirido em banca ou na sede do jornal. Não havia um bairro na capital que não tivesse pelo menos uma pista. Foi um boom extraordinário e para atrair a clientela os empreendedores se esmeravam nas instalações. Algumas pistas, como a Planet Kart, no Jaguaré, tinham até pista de dança no meio do circuito, enquanto a Dakar, em Interlagos, tinha pista de terra, karts gaiolas e reproduzia nas paredes imagens do mais famoso Rali do mundo, o Paris-Dakar.

 

A Pit Stop sobreviveu ao enfarto fulminante, que extinguiu a maioria dos indoors graças a uma administração correta

A Pit Stop sobreviveu ao enfarto fulminante, que extinguiu a maioria dos indoor graças a uma administração correta

No braço – Também é inegável que em todas, as batidas do coração eram tão rápidas os giros dos rotações dos motores estacionários Honda ou Briggs & Stratton de 6,5 hp, que equipavam chassis Mini, ZF ou Moro, entre tantos. O barato para o piloto era manter o pé direito do acelerador atolado, esquecer o do freio e transformar curva em reta. Estar no topo da tabela de tempos e vencer uma prova eram, comparativamente, o mesmo que conquistar um título de campeão mundial da Fórmula 1. Sim, amigo leitor, era o sonho de ser piloto a virar realidade, guardado a devidas proporções técnica e de orçamento.

 

Da luz verde acesa à bandeirada final eram muitas pegadas no kart pelo pescoço para administrar derrapagens, tentar ser rápido como um puro sangue entre pangarés, em geral iniciantes, e alguns vigaristas (aqueles que não se conformam por serem lentos com equipamentos iguais e atrapalham a corrida dos demais competidores). Quem corria tinha assunto pelo resto da semana, uma válvula de escape entre a correria do dia a dia resumida em pistas estreitas e curvinhas fechadas. O indoor, como ficou conhecido, portanto, foi um caminho de ligação para novas amizades.

 

As filas de espera para correr nas principais pistas da capital chegavam a absurdos seis meses. Por isso, a equação oferta versus demanda foi resolvida pelos preços cobrados por aqueles trinta minutos de prazer e em alguns casos naturalmente subiam e deixavam de ser convidativos, mas longe de serem proibitivos para os bolsos de pilotos amadores. As pistas localizadas no Jaguaré eram as mais procuradas e também mais caras, mas cada uma oferecia um diferencial seja pela cordialidade do atendimento, manutenção dos karts, nível de dificuldade do traçado e para manterem a clientela ofereciam programas de fidelização ao cliente. Um espetáculo em termos de marketing e consequente lucro.

 

Praticamente todos os grandes galpões abandonados da cidade se transformaram em pista de kart indoor. Na zona Leste, então, o que era fábrica desativada recuperava vida pela atividade que prosperava a braçadas. A West Kart, por exemplo, ocupava um prédio de quatro andares, sendo que a pista principal estava no último andar, tinha um traçado desafiador, mas fora inaugurada quando o segmento demonstrava sinais de anemia, e também o aumento do preço do aluguel de galpões, aliado a inevitáveis acidentes amplamente divulgados pela mídia, principalmente a televisiva, aplicou injeção letal em pacientes moribundos já no final da década. Os investimentos caíram. Já não compensava aplicar dinheiro na renovação da frota e troca dos fracos motores de 6,5 hp por motores mais fortes – precisaria faturar R$ 1,50 por minuto na atividade pista e outros muitos reais fora dela no bar, por exemplo – decidiu abaixar as portas. Muitos empreendedores paraquedistas perderam dinheiro. É fato.

 [video]https://www.youtube.com/watch?v=HGnRaAUI1jM[/video]

Quem soube bem administrar o negócio ainda no ápice e fez nome saiu do galpão e foi para uma pista aberta, como é o caso da Pit Stop (assista o vídeo acima – Crédito: Cristiano de Souza), que começou atividade em um galpão colado a ponte da Vila Maria e hoje se mantém viva, em sede própria na Av. Professor Luiz Ignácio Anhaia Mello, 3500 – Vila Prudente. Próxima da Pit Stop, mas sem ser necessariamente concorrente direta nascerá a Speedland, um indoor com Padrão Fifa (ou seria FIA?) e além de trazer de volta vida ao kart indoor estabelecerá uma nova referência em termos de negócio.

 

A Interkart passou por várias gestões e nem de longe lembra o que fora no passado - Reprodução

A Interkart passou por várias gestões e nem de longe lembra o que foi no passado – Reprodução

Também remanescente, a Interkart, localizada no estacionamento do Shopping Center Interlagos, não é nem de longe o que foi quando inaugurada. Por questão contratual, a pista foi reduzida para ampliar vagas de estacionamento, perdeu o fantástico anel externo e tem público bem reduzido. Dia 29 estive nas instalações. Mudou de dono e vi o que não gostaria de ver, tampouco de noticiar. A pista não está exatamente descuidada. Os karts, diferentemente da gestão anterior, estão em ótimo estado de manutenção, mas aconteceu uma repetição do ocorrido em vários kartódromos indoor brasileiros. Rolava uma festa comemoração de aniversário nas instalações da Interkart, mas apenas dois karts percorriam a pista. Eram duas moças ao volante dos mini bólidos e uma delas, possivelmente sem balaclava, teve o cabelo enroscado na correia do motor. Imaginou o estrago? A jovem foi atendida na pista. Não tive coragem e nem estômago para saber o desfecho do caso. Entretanto, espero não ter de publicar aqui notícias ruins seja por despreparo do pessoal de pista, que não observa e nem alerta sobre uso da balaclava ou afivelamento de capacete, aliada a imprudência do piloto, que ao pagar o aluguel do equipamento assina termo de responsabilidade, isentando assim o kartódromo. Fica o registro.

 

[video]https://www.youtube.com/watch?t=123&v=Is-2_ctcpBs[/video]

 

Ineditismo – Inspirado no kartódromo Carlos Sainz Center Kart & Business, de Madri (assista o vídeo acima), o Speedland exibe outros recursos interessantes, como o cordão de LED que contorna todo o traçado interno e torna ainda mais vibrante o circuito, criando efeito semelhante às corridas noturnas da F-1 e aos melhores jogos de simuladores de corrida, um prato cheio para os aficionados a videogames, mas, diferentemente, tudo acontece em primeira pessoa. Ou seja, de volante em punho, o “piloto” poderá mostrar todo seu potencial sem se preocupar em detonar o carro, no caso, o equipamento eletrônico.

 

Um túnel de 80 metros é outro recurso exclusivo, que remete ao GP de Mônaco (dica do tricampeão mundial de Fórmula 1 Nelson Piquet: pisque rapidamente os olhos antes e depois de sair do túnel para manter a visão. Captou?). “Fizemos também curvas inspiradas nos circuitos de Interlagos, Monza e Spa-Francorchamps”, diz Tuka Rocha, que é um dos sócios do empreendimento e foi o responsável pelo desenho do traçado. Tuka é considerado um dos maiores campeões do kartismo brasileiro e hoje piloto da Stock Car – ele venceu a corrida de Ribeirão Preto neste ano. Se você não sabe bem quem é o Tuka, ele foi aquele cujo carro pegou fogo no extinto Autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, durante uma etapa da Stock Car (veja o vídeo abaixo – Crédito:  MegaHyan3).

 

[video]https://www.youtube.com/watch?v=oKx1zGjYDto[/video]

 

O kartódromo Speedland coloca a disposição 80 karts para locação, sendo 65 com motor de 13 hp e 15 de 6,5 hp, para a criançada. ”O Speedland vai proporcionar uma experiência mais próxima possível da de um piloto profissional de kart”, garante o empresário Thiago Viana, que destaca ainda o painel de cronometragem. Jogada de mestre. Até agora, as principais pistas abertas oferecem karts com motores de 13 hp os quais atingem até 90 Km/h, imagine a sensação da mesma cavalaria ou com dois a mais no indoor, denominação também usada pelas pistas abertas para karts que usam motores estacionários quatro tempos. Tá preparado?

 

“O Speedland é um dos indoor mais modernos do mundo, com capacidade para marcar o tempo e a posição de até 35 competidores por bateria”, explica. “Esse é outro diferencial, as pistas do país têm painéis para apenas dez tempos”, reforça Viana. Quarenta e oito câmeras estão espalhadas pelo circuito para mostrar tudo que acontece na pista para quem está do lado de fora. Cada bateria poderá ter até 25 carros. Esse é outro ponto a favor do novo complexo. Como o traçado é extenso e normalmente o piloto vai acompanhado, assistir o que acontece em pontos cegos da pista é, sem dúvida, uma atração à parte. Confira abaixo a apresentação oficial.

[video]https://www.youtube.com/watch?v=msFWFI1nJro[/video]

Um Fórmula 1 de verdade e simuladores profissionais. Fora da pista, o Speedland é rodeado de atrações relacionadas ao mundo do automobilismo. Destaque para a pista de autorama, de 47 metros, com capacidade para oito carros de alta potência, réplicas perfeitas dos carros de corrida. A ideia dos sócios é trazer para o local provas do campeonato nacional. Que bacana! Quem é piloto amador e apaixonado pelo esporte a motor se associou a algum grupo, mas ficou órfão das antigas pistas indoor. Os campeonatos amadores não acabaram, só trocaram de endereço, no caso, pistas abertas. Devolver aos pilotos o espaço fechado é, portanto, traz de volta o zunido abafado dos motores associado ao grunhido agudo dos pneus escorregando na pista.

 

Simuladores iguais aos usados por pilotos profissionais - Divulgação

Simuladores iguais aos usados por pilotos profissionais – Divulgação

O Speedland terá também um espaço nobre para simuladores, iguais aos que os pilotos usam para treinar e simular testes nas diversas etapas da F1. Incrivelmente realista, os simuladores permitem ao visitante sentir a emoção de pilotar um bólido de competição. Serão promovidos campeonatos de corridas virtuais, com uma grande final. Eis a possibilidade de desenvolvimento do piloto amador para quem sabe se tornar um profissional do esporte. A recém-lançada Fórmula Inter ou a consolidada Fórmula Vee podem ser o próximo passo a ser dado, isto é, se o piloto amador dispuser de algum orçamento, que não precisa ser grande quanto se imagina e, comparativamente, pode ser menor que o de uma temporada completa de kart dois tempos.

 

Tudo no Speedland remete ao automobilismo de competição - Divulgação

Tudo no Speedland remete ao automobilismo de competição – Divulgação

Uma parceria com a Red Bull garantiu a exposição de um carro original de Fórmula 1 no local. Não se trata de uma réplica, muito comum em diversos pontos de São Paulo, mas do carro usado por David Coulthard, na temporada de 2008. Além disso, macacões usados por pilotos brasileiros da F1 estarão expostos, entre eles o de Rubens Barrichello, que detém o recorde de 319 participações em grandes prêmios de F1. Numa parceria com o Instituto Ayrton Senna, vários objetos do piloto Ayrton Senna vão estar em exposição no Speedland.

 

Bom negócio começa com boas parcerias assim como a boa venda começa com a compra certa, que redunda em preço justo e satisfação do cliente. Os sócios da Speedland, que também contam com a parceria com a seguradora Porto Seguro começaram com alicerce. Através desses acordos fica garantida uma parte do investimento, que foi mais na instalação da infraestrutura já que o terreno pertence a Viana.

 

Macacões de Rubens Barrichello, recordista mundial com 319 largadas em grandes prêmios de F1 - Divulgação

Macacões de Rubens Barrichello, recordista mundial com 319 largadas em grandes prêmios de F1 – Divulgação

“A cidade estava carente de um centro de lazer desse porte, desde que o Playcenter fechou”, diz o empresário Thiago Viana. “Vamos trabalhar para que o Speedland se torne uma atração e figure no guia turístico de São Paulo”, emenda. O complexo ainda conta com um espaço para exposições e diversos tipos de eventos. Segundo a assessoria de Imprensa da Speedland, a empresa já tem cerca de quatro mil reservas para eventos.

 

“O Speedland também foi pensado para proporcionar às empresas um local de reuniões e convenções. Por isso, investimos muito em cada espaço”, acrescenta o empresário. De fato, chama a atenção os detalhes de acabamento das áreas comuns (lanchonete, restaurante, banheiros, salas de jogos e loja). “É algo que não se vê nos kartódromos brasileiros”. Pelo foco do complexo, não será de estranhar se ele for utilizado para lançamentos de automóveis, motos, entre outros, levando-se em consideração a localização, facilidade de acesso e redução de custos, ponto importante para um país que está mergulhado na recessão.

 

Espaço Senninha conta com brinquedos eletrônicos e uma minipista - Divulgação

Espaço Senninha conta com brinquedos eletrônicos e uma minipista – Divulgação

Família – As crianças e o público feminino não foram esquecidos. A garotada vai se divertir no espaço Senninha, com muitos brinquedos eletrônicos e uma minipista. Também haverá máquinas de fliperama, todas com temas automobilísticos. Já para o público feminino, que quer relaxar enquanto o marido ou namorado está na pista de corrida, foi destinado um espaço especial, com cadeiras de massagens, manicures e monitores de tevê. O restaurante/bar vai ser outro ponto de atração, além de cozinha de alto padrão, pretende ser um local de encontro, com transmissão de jogos de futebol, corridas e outros esportes.

 

O local ainda abrigará um espaço corporativo, com capacidade para 400 pessoas. Lá, as empresas poderão promover encontros de funcionários, workshops e eventos de confraternização. Para esse tipo de evento, o Speedland oferecerá buffet especial.

 

Lembrança do tricampeão mundial de F-1 Ayrton Senna instiga jovens esportistas - Divulgação

Lembrança do tricampeão mundial de F-1 Ayrton Senna instiga jovens esportistas – Divulgação

Durante o ano, o complexo vai oferecer cursos de pilotagem, que serão organizados pelo piloto Tuka Rocha, um dos sócios no empreendimento. “Com certeza, não existe nada no país, relacionado a esse tipo de lazer, que tenha estrutura parecida”, diz Thiago Viana.

 

Serviço

 

Horários de funcionamento: segunda à sexta-feira das 17h às 24h; sábados, domingos e feriados das 10h às 24h.

Bateria (dias de semana): R$ 100,00

Bateria (finais de semanas e feriados): R$ 120,00

Endereço: Rua Ulisses Cruz, 275 – São Paulo

 

Cerca de 30 carros clássicos devem participar do evento - Foto: Vera Lambiasi

Cerca de 30 carros clássicos devem participar do evento – Foto: Vera Lambiasi

 

Colecionadores e adeptos de carros antigos vão colocar as suas máquinas pra rodar neste final de semana. Cerca de 30 clássicos fabricados até 1976 participarão neste sábado (03/10) do Rally Asas de um sonho, com destino final ao Museu TAM (Rodovia Thales de Lorena Peixoto Jr -SP-318 -, km 249,5 – Água Vermelha), a 15 km de São Carlos (SP). ”Mais do que um maravilhoso passeio é uma competição entre amigos e um programa cultural imperdível”, justifica Cesar Bergstrom, presidente do MG Club do Brasil, promotor do evento.

A largada técnica do rally de regularidade será às 7 horas no km 34 da Rodovia dos Bandeirantes (Frango Assado), em São Paulo, para percorrer os 250 km até o maior museu de aviação do mundo mantido por uma companhia aérea privada, com previsão de chegada do primeiro veículo às 11 horas. No local será servido almoço para os participantes, que poderão visitar o acervo e a oficina de restauração do Museu TAM.

De acordo com o regulamento do MG Club do Brasil, promotor do Rally Asas de um sonho, poderão participar carros importados (esporte, gran-turismo, turismo e sedãs) fabricados até 1976, carros nacionais fabricados até 1967, com exceção para os carros esportivos de dois lugares fabricados até 1975. Não são permitidos os modelo peruas, picapes, jipes, off-roads, hot-roads e similares.

Chegada do Rally Asas de um sonho será no Museu TAM - Divulgação

Chegada do Rally Asas de um sonho será no Museu TAM – Divulgação

 

Para este rally haverá 10 vagas dedicadas aos veículos modernos, que participarão na condição hors concours, e não farão parte da classificação geral do evento. As motocicletas também podem participar. Neste evento pode ser usado equipamentos como o RallyNav.

Os interessados podem se inscrever na Secretaria do MG Club do Brasil (Rua Camilo, 803, Lapa – São Paulo/SP), até sexta-feira, das 14h às 18h, pelo e-mail secretariamg@terra.com.br, ou pelo telefone (11) 3673-5065. 

Rodrigo Varela leva o Can-Am Maverick Turbo ao limite - Foto Donizetti Castilho

Rodrigo Varela leva o Can-Am Maverick Turbo ao limite – Foto: Donizetti Castilho

Aproximadamente 100 competidores do off-road nacional estarão neste final de semana (3 e 4/10) na região da Praia da Barra do Itapocu (Araquari), localizada na região norte de Santa Catarina, depois de passar no Balneário de Barra do Sul, para a disputa do Rally Rota SC, válido pelas 11ª e 12ª Etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Baja para Motos, Quadriciclos e UTVs e para as 8ª e 9ª provas do Brasileiro de Rally Cross Country para Motos, Quadriciclos, UTVs, Carros e Caminhões. Os irmãos Varela devem ser atração na competição, pois a expectativa é dos três andarem entre os primeiros em suas respectivas classes na categoria UTV e pelo menos um vencer, como vem acontecendo desde o início da temporada.

 

“Venci este rally no ano passado. Agora vou tentar defender esta vitória e também a liderança no campeonato, onde tenho uma vantagem boa. Vamos trabalhar para sair vencedor na Pró”, planeja Rodrigo Varela (Can-Am/Blindarte), vencedor de nove das dez etapas do Brasileiro de Rally Baja na classe Pro de UTV.

 

O filho mais velho do bicampeão mundial de rally cross country Reinaldo Varela quer manter a sua invencibilidade de oito provas consecutivas para se aproximar do título. “Faltam poucas provas para terminar o campeonato, então, tenho que ter bastante cabeça para levar o meu Can-Am Maverick Turbo para completar todas as etapas e poder me firmar na ponta. Creio que andando num ritmo bom a gente consiga estes resultados”, acredita Rodrigo, que lidera o certame nacional com folga, ao somar 245 pontos, 48 a mais que Leandro Torres, o segundo colocado.

 

Gabriel Varela (Can-Am/Blindarte), terceiro colocado no Brasileiro da classe Super Production de UTV, está otimista em buscar a sua primeira vitória em seu ano de estreia na modalidade. “No ano passado corri nesta prova de Quadriciclo, mas foi em outro local, então não sei muito que esperar. Sei que está chovendo bastante, então o piso de areia deverá estar bem encharcado, como na última prova. O meu Can-Am Maverick 1000 XRs está bem preparado e pretendo sair de lá com o melhor resultado do ano”, comenta. “Vai ser meu aniversário no sábado, então eu espero me dar de presente a minha primeira vitória em UTV”, foca o piloto que irá completar 21 anos de idade.

 

O novato Bruno Varela já venceu duas etapas - Foto: Donizetti Castilho

O novato Bruno Varela já venceu duas etapas – Foto: Donizetti Castilho

Novato na categoria UTV, o mais novo piloto da família Varela ocupa a terceira colocação na classe Production, a mais equilibrada, onde o líder não venceu nenhuma etapa, enquanto o quinto colocado já venceu três provas. Os cinco primeiros no certame nacional estão separados por apenas 20 pontos, enquanto que cada vitória distribui 25 pontos. Bruno Varela (Polaris One/Blindarte) tem duas vitórias e quer retomar a liderança do campeonato que já ocupou. ”É a primeira vez que participarei deste Rally, então tudo será novidade. Estou bem preparado, o meu Polaris RZR XP 1000 está excelente e vou buscar mais vitórias para voltar a subir no campeonato e continuar na briga direta pelo título”, afirma convicto o piloto de 19 anos de idade.

 

A característica do roteiro do Rally Rota Santa Catarina terá piso predominante de areia, com algumas partes de piçarra, mesclando trechos rápidos e travados, com diversas curvas, subidas e descidas. A prova se inicia bem técnica com piso de areia, ficando mais rápida em um piso de piçarra, e voltando para a areia, alternando para piso de areião pesado. Praticamente não há lombas no trajeto que será todo em reflorestamentos de pinus e eucaliptos e áreas de extração de areia.

 

A competição será composta por deslocamento inicial de 400 metros, uma Especial cronometrada de 132 quilômetros (carros e caminhões), ou de 106 quilômetros (motos, quadriciclos e UTVs), e 3 quilômetros de deslocamento final, para cada um dos dois dias.

 

A concentração das equipes participantes será às margens da BR 101, no KM 71 (Posto Sinuelo), em Araquari (SC), distante 169 quilômetros da capital do estado, onde também funcionará a Secretaria de Prova, Sala de Imprensa, Posto Médico, e área para manutenção dos veículos.

 

Programação do Rally Rota SC:

3/10 – Sábado

9h – Largada do 1° carro na Prova Especial

10h – Largada da 1ª moto na Prova Especial

 

4/10 – Domingo

8h – Largada do 1° carro na Prova Especial

9h – Largada da 1ª moto na Prova Especial

15h30 – Cerimonial de premiação

 

Pontuação do Campeonato Brasileiro de Rally Baja – UTV

(após dez etapas)

Pro

1) Rodrigo Varela, 245;

2) Leandro Torres, 197;

3) Marcelo Gastaldi, 101;

4) André Sawaia, 98;

5) Rafael Braga Pinho, 92;

6) Renato Martins, 86;

7) Denísio Casarini Filho, 83;

8) Pedro Queirolo, 71;

9) Vinicius Proença Rosa, 42;

10) Rodrigo de Melo Pimenta, 20

 

Super Production

1) Aristides Mafra Junior, 247;

2) José Hélio Rodrigues F., 203;

3) Gabriel Varela, 172;

4) Richard James Carida, 137;

5) Gilberto Mayorga Jr., 119;

6) Erik Donatto, 103;

7) Daniel Guerra Costa, 94;

8) Renato Meinberg, 82;

9) Henrique Gutierrez, 76;

10) André Hort, 62

 

Production

1) Wander Garcez Ribeiro, 171;

2) Roberto Sampaio, 168;

3) Bruno Varela, 161;

4) André Macedo Corrêa, 157;

5) Maurício Pena Rocha, 151;

6) Marcelo Carquejo, 132;

7) Rodrigo Cordaro, 131;

8) Helena Deyama, 108;

9) Luiz Batista, 101;

10) Marcelo Mistrorigo, 96

Fonte: Organização

Victor Corrêa é o piloto mais rápido da Radical Masters Euroseries - Divulgação

Victor Corrêa é o piloto mais rápido da Radical Masters Euroseries – Divulgação

Piloto mais rápido do Radical Masters Euroseries, o brasileiro Victor Corrêa (Unifenas) tentará se reaproximar da liderança do Radical Masters Euroseries neste final de semana (de 2 a 4/10), disputando a penúltima rodada do certame continental no mítico autódromo de Monza, na Itália. O mineiro está em terceiro no continental, com 240 pontos. A liderança é dos ingleses Terrence Woodward/Ross Kaiser (Inglaterra), com 324, seguidos do inglês Manhal Allos, com 255 pontos.

 

“Nada melhor do que tentar a recuperação no campeonato num circuito velocíssimo, onde só obtive excelentes desempenhos, tanto de Fórmula 3 quanto de Radical. Monza marcou a minha vida, onde tive os melhores e mais importantes desempenhos da minha carreira até agora”, comentou Corrêa.

 

Em 2010, correndo de Fórmula 3 na Copa Europeia, Victor liderou todos os treinos livres, conquistou as duas pole positions, venceu as duas corridas de ponta a ponta e estabeleceu a volta mais rápida em ambas as provas nos 5.793 metros da velocíssima pista italiana. Já no Radical Masters Euroseries, em 2013 ele largou da pole position, venceu a primeira prova e foi segundo na outra – largando em oitavo -, abrindo o caminho para a conquista do título daquela temporada.

 

Familiaridade – “Eu adoro Monza, aonde chegamos a mais de 270 km/h no final da reta e temos média horária de quase 200 km/h. Vencer nesta pista, templo do automobilismo mundial é bão demais, sempre maravilhoso. É muito motivante voltar a este circuito que só me traz boas lembranças e eu quero manter a minha escrita de bons desempenhos e bons resultados”, comemorou com seu característico sotaque o representante de Alfenas, sul de Minas Gerais.

 

O brasileiro quer se valer do talento de ser o piloto mais rápido do Radical Masters Euroseries para se recuperar dos problemas da rodada dupla de Silverstone e de um abandono no Red Bull Ring. Nesta temporada ele garantiu três das quatro pole positions que disputou, e fez a volta mais rápida em metade das dez corridas realizadas nesta temporada.

 

“Apesar de conhecer bem e gostar bastante de Monza, sei que as coisas não serão fáceis, pois enfrentarei bons pilotos, inclusive alguns italianos experientes. As características do circuito é que complicam com as retas longas e largas e as curvas bem rápidas. Então, quem vem atrás pega o vácuo e as disputas são bem intensas. Você tem de ficar concentrado no traçado, que é rapidíssimo, e tem que ficar defendendo a posição sem ser punido. Se um te passa, acaba levando outro de carona. É um olho no peixe e outro no gato”, comentou o mineiro.

 

Meta do piloto de Alfenas é encostar no líder do campeonato - Divulgação

Meta do piloto de Alfenas é encostar no líder do campeonato – Divulgação

“Não acho que as minhas vitórias em Monza tenham sido as mais bonitas, mas foram as mais inteligentes, por causa da pressão dos adversários durante praticamente todas as voltas. A facilidade de trabalhar com o vácuo para fazer ultrapassagem me forçava a ficar completamente focado e estudando cada atitude na pista para vencer. Desta vez também não deverei ter vida fácil, mas estou com o astral lá em cima e focado em fazer um bom trabalho para me reaproximar da liderança do campeonato”, comentou.

 

“O bom é que nesta rodada teremos três corridas com uma hora de duração. Outra variável é que desta vez terei um novo companheiro de dupla, o inglês Paddy McGluchan, que é jovem (19 anos) e dizem que é muito rápido. Tomara que tenhamos um bom desempenho. Independentemente de vencermos ou não, o importante será sairmos de lá em condições de brigar pelo título no final do mês, na China”, espera o piloto, campeão europeu da categoria em 2013.

 

O Radical Masters Euroseries é disputado com o protótipo Radical SR8, com 420 cavalos de potência e apenas 680 kg, relação peso-potência próxima à de um monoposto de categoria top, podendo atingir 290 km/h. O certame europeu é composto de seis rodadas duplas ou triplas, em seis países diferentes, com transmissão pelo Euro Channel Eurosport.

 

Programação

(Horários de Brasília)

Sexta-feira

4h40/5h40 – 1º treino livre

8h50/9h50 – 2º treino livre

 

Sábado

4h00/4h35 – Classificação

7h30 – 11ª etapa – 60 minutos

 

Domingo

5h30 – 12ª etapa – 60 minutos

10h25 – 13ª etapa – 60 minutos

 

Pontuação dos 15 primeiros da Radical Masters Euroseries após dez etapas:

1) Terrence Woodward/Ross Kaiser (Inglaterra), 324 pontos

2) Manhal Allos (Inglaterra), 255

3) Victor Corrêa (Brasil)/John Harris (Inglaterra), 240

4) Jaap Bartels (Holanda)/Stuart Moseley (Inglaterra), 204

5) Alain Costa (Mônaco), 203

6) James Swift (Inglaterra), 179

7) Chris Hyman (África do Sul)/Alex Mortimer (Inglaterra), 176

8) Chris Hoy (Inglaterra), 154

9) Jamie Patterson /Alex Kapadia (Inglaterra), 151

10) James Abbott (Inglaterra), 121

11) Jeremy Ferguson/Andrew Ferguson (Inglaterra), 82

12) Philippe Muffat/Johan Scheier (França), 81

13) Jean Gandar (França), 78

14) Ozzy Yusuf (Inglaterra), 49

15) Jamie Constable/Mike Cantillon (Inglaterra), 46.

Fonte: Organização

 

Assista a Corrida 1 ao vivo (Sábado – 7h30) por este link 

 

Assista a Corrida 2 ao vivo (Domingo – 5h30) por este link

 

Assista a Corrida 3 ao vivo (Domingo – 10h25) por este link

Vice era o possível já que Oliveira não participou de três etapas - Reprodução

Vice era o possível já que Oliveira não participou de três etapas – Reprodução

Pelo segundo ano consecutivo Thiago Lopez Oliveira (Guaraná Dolly/Academia B9 Barbosa/Reex/Box100/MMKT) garantiu o título de vice-campeão da categoria U-13 no KantanKart. Na sexta e última rodada disputada no último domingo (27/9) no Kartódromo Arena Brasil Kirin, em Itu (SP), ele terminou as três provas em segundo na sua modalidade e não conseguiu superar o campeão Felipe Baptista, como esperado.

 

“Seria muito difícil brigar pelo título, pois deixei de fazer três corridas. De qualquer maneira, o vice-campeonato sempre é bom para o currículo. O importante é estar constantemente andando entre os primeiros e isto eu tenho conseguido na minha carreira”, avaliou Thiago Oliveira.

 

Desde os treinos livres e na classificação Thiago Oliveira não conseguia encontrar o melhor equilíbrio para o chassi de seu kart. Com isso, nas três corridas os problemas persistiram, com o agravante de que teve problema com três pneus, que tiveram que ser substituídos por outros mais velhos.

 

“Infelizmente não conseguimos encontrar o melhor acerto para o chassi e ainda tivemos problemas com pneus. Na classificação e em todas as três corridas andei em segundo na minha categoria, sem condições vencer. Agora vamos trabalhar nos outros campeonatos para também terminar entre os primeiros”, avisa o piloto.

 

Oliveira participa neste final de semana (03/10), no Kartódromo Aldeia da Serra, da oitava rodada da Copa São Paulo Light de Kart, certame onde venceu a última etapa disputada e está na briga pelo título.

Porsche escolheu a The Front pelo expertise da agência no segmento premium automotivo - Divulgação

Porsche escolheu a The Front pelo expertise da agência no segmento premium automotivo – Divulgação

 

A subsidiária brasileira da Porsche iniciou suas operações no mês passado e na semana passada realizou sua primeira participação em um grande evento no País, marcando presença como patrocinadora e expositora na 11ª edição do Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP), entre os dias 24 e 26 de outubro. A tradicional marca alemã mostrou no evento, como atração principal e pela primeira vez no País, o Cayenne S E-Hybrid plug-in e o superesportivo e também híbrido plug-in 918 Spyder. Para esta primeira ação, a Porsche escolheu como parceira no Brasil a agência The Front.

 

O desafio da The Front foi montar o estande da Porsche, seguindo o padrão de qualidade da montadora alemã, e ao mesmo tempo remeter com suas linhas e curvas bem planejadas à alta tecnologia dos seus veículos. “Estamos muito felizes com o resultado deste projeto. Certamente entregamos o melhor estande desta feira”, afirma Walter Cavalheiro, presidente da The Front.

 

A escolha da The Front foi resultado de uma avaliação criteriosa da Porsche, que envolveu outras grandes agências do mercado, e levou em consideração a experiência da The Front no segmento premium automotivo. “Meu sentimento é que a Porsche nos escolheu por causa do DNA da The Front de sempre se preocupar com detalhes, de ter paixão pelo design, além da nossa grande experiência na área automotiva”, explica Cavalheiro. “Acredito que este seja o início de uma parceria que, esperamos, será muito duradoura”, acrescenta o executivo.

A Airfence Safete System lançará no Salão Duas Rodas a barreira Airfence Bike EVO High - Divulgação

A Airfence Safety System lançará no Salão Duas Rodas a barreira Airfence Bike EVO High – Divulgação

 

A empresa Airfence Safety System, especializada na produção, comercialização e locação de barreiras infláveis para competições, track days, cursos de pilotagem e demais eventos esportivos que priorizam a segurança dos pilotos, está ampliando a sua atuação no mercado brasileiro. No Salão das Duas Rodas, em São Paulo (SP), entre os dias 7 e 12 de outubro, a empresa lançará um novo produto, não inflável: a barreira Airfence Bike EVO High.

 

No Salão Duas Rodas, a empresa estará presente no test-ride Duas Rodas Experience, que acontecerá do lado de fora do Anhembi, numa pista especialmente preparada para motocicletas de alta cilindrada e na qual o público terá o prazer de pilotar máquinas de marcas premium como Triumph, BMW, KTM, Ducati e Kawasaki.

 

O Airfence é um soft wall (parede macia em tradução livre), que minimiza o choque da motocicleta e do piloto contra o muro de contenção. Ela evita que todo o impacto termine em barreiras de pneus, nos guard rails e paredes de concreto que circundam as pistas. Mostrada pela primeira vez no Brasil, a Airfence Bike EVO High é a barreira não inflável mais segura do mundo.

 

A soft wall é um sistema de segurança totalmente projetado com recursos avançados para maximizar a desaceleração segura do piloto em caso de choques. Graças a toda esta tecnologia, é totalmente aprovada como tipo “A” pela Federação Internacional de Motociclismo (FIM), maior órgão regulador de esporte a motor em duas rodas do mundo, e pode ser utilizada com eficiência em autódromos, kartódromos e qualquer outro tipo de pista onde estejam sendo realizados testes ou competições envolvendo motocicletas.

 

Mais informações pelo site.

Chinesa Aeolus comemora 50 anos e quer aumentar sua participação no mercado brasileiro - Divulgação

Chinesa Aeolus comemora 50 anos e quer aumentar sua participação no mercado brasileiro – Divulgação

 

A fabricante de pneus chinesa Aeolus, que tem como principal acionista a China National Chemical Corp (ChemChina), completa 50 anos em 2015 e projeta um crescimento global de suas operações pelo mundo, inclusive no Brasil. Presente em 140 países e posicionada como uma das 20 maiores marcas de pneus do planeta, a Aeolus produz cerca de 5 milhões de unidades por ano em sua fábrica instalada em Jiaozuo, província de Henan, na China.

 

“A empresa vem adotando uma série de ações pelo mundo para ampliar sua atuação em mercados considerados estratégicos, como Estados Unidos, Europa, Índia e Brasil”, afirma Paulo Gama, gerente geral da Aeolus Pneus do Brasil. A subsidiária brasileira foi criada no final de 2014, em Guarulhos (SP). Atualmente, a marca comercializa no País mais de 900 modelos de pneus, considerando as diferentes medidas disponíveis, em cerca de 2.000 lojas.

 

Durante a cerimônia de comemoração do aniversário de 50 anos, ocorrida na semana passada, na cidade de Jiaozuo, na China, a empresa apresentou aos convidados três novos modelos de pneus para carros de passeio e outros três de pneus de carga. Todos estes produtos chegarão ao mercado brasileiro a partir do próximo ano.

 

As diversas ações para ampliar sua atuação pelo mundo incluem a nomeação de novos distribuidores em grandes mercados, como a Itália e outros países europeus, lançamentos de novos produtos, o patrocínio de uma competição internacional de grande prestígio, a Volvo Ocean Race, o investimento permanente nos chamados pneus verdes e a presença como equipamento original em diversas marcas chinesas de automóveis, como Zhengzhou Nissan, Haima, Dongfeng, NLM Motor, Brilliance Auto e Zotye.

 

A Aeolus Pneus do Brasil planeja continuar aumentando sua participação no Brasil. Atuando nos segmentos de carros de passeio, utilitários esportivos, comerciais leves, caminhões, ônibus e tratores, além de máquinas e veículos utilizados nas áreas de mineração e construção.