Skip to content

RICARDO RIBAS

Jornalismo feito por jornalista

Archive

Archive for março, 2015
Ducati Monster 1200 S custará R$ 73.900,00 e será oferecida nas cores Ducati Red ou Star White

Ducati Monster 1200 S custará R$ 73.900,00 e será oferecida nas cores Ducati Red ou Star White

Mais de duas décadas após o lançamento da primeira Monster, modelo que se tornou referência mundial no segmento naked, a italiana Ducati apresenta ao Brasil a nova geração da Monster: a 1200 e a 1200 S. A Monster 1200 chega ao mercado equipada com o aclamado e potente motor 1198 Testastretta 11° Dual Spark com os característicos dois cilindros em “L” (um “V” a 90°) – derivado da Superbike -, com 1198 cm³ de capacidade com arrefecimento líquido – novidade para a família, quatro válvulas por cilindro e capacidade de produzir 135 cv a 118 Nm @ 7,200 rpm. 

 

O envolvente motor está totalmente integrado às mais recentes tecnologias da Ducati, tais como acelerador eletrônico Ride-by-Wire (RbW), que usa o acelerador e-Grip da Ducati, além da instrumentação TFT (Thin Film Transistor): uma tela colorida que muda conforme seleção do modo de pilotagem e que combina excepcional facilidade de uso com entrega de informação de última geração.

 

O modelo apresenta um chassi Trellis ainda mais robusto, projetado com componentes de alta qualidade e, como nas Superbikes da marca, é fixado de forma engenhosa e elegante diretamente ao motor. Freios com sistema ABS9MP Bosch Brembo e controle de tração que integram o Ducati Safety Pack (DSP), braço oscilante unilateral e rodas de liga leve com 10 raios e 17 polegadas (pneus Pirelli nas medidas 120/70 na dianteira e 190/55 na traseira.

 

Já o exclusivo modelo Monster 1200 S, concebido para remeter a motocicleta às potentes e inigualáveis S4R e S4RS, chega com motor de 145 cv a 124.5 Nm @ 7,250 rpm, com apenas 182 kg de peso seco, garantindo maior poder de aceleração para tornar a experiência de pilotagem ainda mais dinâmica e esportiva.

 

Para garantir o total conforto e adaptação específica para a pilotagem do Ducatista, as Monster 1200 e 1200 S estão equipadas com ajuste de altura do assento, bem como 8 níveis de controle de tração, 3 níveis de intervenção da frenagem ABS e 3 níveis de perfil do acelerador RbW, 2 níveis de mapeamento do motor (135-100 CVs, 145-100 CVs) todos integrados as 3 opções dos Riding Modes (Urban, Touring e Sport), que podem ser modificados facilmente com apenas um toque de botão, mesmo com a motocicleta em movimento.

 

“A Monster 1200 e a Monster 1200 S 2015 utilizam tecnologia de última geração para criar uma relação única entre o piloto e a motocicleta, oferecendo uma experiência emocionante e, ao mesmo tempo, muito segura por conta da total integração entre a ergonomia e os equipamentos.  É a belíssima e icônica Monster, totalmente modernizada para traduzir o Instinto Monster do produto, da marca e o mais importante, do piloto”, explica Ricardo Susini, diretor-geral da Ducati no Brasil.

 

A Monster 1200 (R$ 64.900,00) estará disponível a partir de abril nas lojas da Ducati de todo o Brasil na cor vermelha Ducati com rodas pretas. Já a Monster 1200 S (R$ 73.900,00) é oferecida em duas opções: Ducati Red ou Star White (com chassi bronze). Os dois modelos chegarão apenas em versões importadas e não serão fabricados no Brasil.

 

Os clientes também poderão usufruir da qualidade e inspiração dos acessórios genuínos Ducati, customizando sua motocicleta. Voltados para conforto, estilo e performance, as Monster 1200 e 1200 S contam com uma grande variedade de opções, que permitem a personalização de acordo com instinto Monster de cada usuário.

O modelo Soul EV é um colecionador de vitórias - Divulgação

O modelo Soul EV é um colecionador de vitórias – Divulgação

A equipe de design da Kia Motors vibra mais uma vez com importantes conquistas no Red Dot Awards, concurso internacionais de design altamente respeitado que celebra seu 60º aniversário em 2015, para o Kia Soul EV e novo SUV Kia Sorento. Nesta edição, o júri, formado por especialistas em design, premiou como Vencedor e Menção Honrosa o Kia Soul EV e o Kia Sorento, respectivamente, em reconhecimento aos seus excepcionais detalhes do projeto.

 

Desde que recebeu o seu primeiro prêmio neste concurso de design internacionalmente reconhecido, em 2009, os produtos da Kia se tornaram bem sucedidos a cada ano. No total, 13 modelos da marca já ganharam um Red Dot Award, além de muitos outros prêmios de design. Estes não são os primeiros prêmios para o recém-lançado Kia Soul e Sorento. Ambos já foram contemplados com cobiçado IF Design Awards em 2014 e em 2015, respectivamente. O Kia Soul, irmão da versão elétrica EV também recebeu um Red Dot Award em 2014.

 

“Nossas equipes de design internacionais têm todos os motivos para se orgulhar das honras recebidas no Prêmio Red Dot 2015”, diz Peter Schreyer, presidente e chefe de design da Kia Motors Corporation e Hyundai Motor Company. Ainda de acordo com o presidente, “a terceira geração do Kia Sorento teve seu desenho sutilmente alterado, dando um grande salto quando o assunto é qualidade. O novo modelo combina um espírito SUV clássico com um olhar premium,  particularmente visível no interior”.

 

“A cabine do Kia Soul EV também oferece material de excepcional qualidade e design. Ao projetar este carro, o objetivo foi compreender os desafios específicos de um carro elétrico como uma nova oportunidade. E nossa equipe de design alcançou este feito brilhantemente”, diz Schreyer.

 

Kia Soul EV – O Kia Soul EV se assemelha à segunda geração do Kia Soul, que leva o visual arrojado e a individualidade do crossover urbano. As alterações feitas na versão elétrica são visíveis na parte frontal: as dimensões da entrada de ar foram estão ligeiramente mais plana e a grade do radiador esconde as entradas de carregamento. O Kia Soul EV também está disponível com um exclusivo estilo em dois tons (o teto traz uma cor diferente). O design interior segue a liderança do modelo básico, mas usa um conceito de design distinto.

 

Aperfeiçoado nos detalhes, o Sorento ganhou o cobiçado IF Design Awards em 2014 e em 2015 - Divulgação

Aperfeiçoado nos detalhes, o Sorento ganhou o cobiçado IF Design Awards em 2014 e em 2015 – Divulgação

Kia Sorento – O desenho novo Kia Sorento combina uma aparência ágil, elegante, com uma forte presença on-road. Esta aparência é ainda mais enfatizada por sua carroceria longo (4.780 milímetros). A grade também conhecida como “nariz de tigre” acrescenta um olhar autoconfiante. O novo design do carro-chefe Kia foi desenvolvido sob a orientação da equipe de design da Kia em Namyang, na Coreia do Sul, com o apoio dos centros de design da Kia em Frankfurt, na Alemanha, e Irvine, Califórnia. A equipe de design europeia foi responsável por criar o estilo do interior elegante e luxuoso.

 

O maior de todos – O Red Dot Award é o maior concurso internacional de design de produtos do mundo. Este ano, 1.994 empresas de 56 países entraram com 4.925 novos produtos para conquistar um dos pontos vermelhos altamente cobiçados. A competição, realizada desde 1955, pelo Centro de Design da Renânia do Norte-Vestfália, atribui grande importância à imparcialidade do seu júri altamente respeitado. Para evitar qualquer distorção, nenhum dos membros do júri pode ser um empregado da indústria de transformação.

 

No 60º ano do concurso, o júri internacional de designers freelancers, professores e jornalistas especializados de 25 países inclui designers de Werner Aisslinger (Alemanha), Hans Ehrich (Suécia), Jimmy Choo (Malásia), Hideshi Hamaguchi (Japão ), Martin Darbyshire (Reino Unido) e Ken Okuyama (Japão). Os produtos são julgados de acordo com critérios como funcionalidade, grau de inovação, ergonomia, qualidade formal e compatibilidade ecológica.

 

A apresentação oficial do Red Dot Awards será no dia 29 de junho, em Essen, na Alemanha, no Teatro Aalto, uma casa de ópera projetada por Alvar Aalto.

 

Curso leva os participantes a vivenciar um rali - Murilo Mattos

Curso leva os participantes a vivenciar um rali – Murilo Mattos

A Mitsubishi Motors abre as portas do complexo Mitsubishi Drive Club, em Mogi Guaçu (SP), para o Curso de Navegação de Rally. A montadora nipo-goiana tem mais de 20 anos de experiência organizando o Mitsubishi Motorsports em etapas por todo o país. As aulas são teóricas e práticas, voltadas para os iniciantes, que nunca tiveram contato com as provas, e também para pessoas que já participaram de um rali, mas querem aprimorar as técnicas de navegação. O curso tem duração de um dia e serão somente duas turmas no primeiro semestre de 2015, nos dias 12 de abril e 1º de maio.

 

“Muitos proprietários de veículos 4×4 tem receio de encarar uma trilha off-road. Com o Curso de Navegação de Rally, vamos quebrar todos os paradigmas e ensinar as técnicas corretas não só de navegação, mas também para cruzar trechos alagados, com barro, ou mesmo para curtir com a família um passeio em trechos fora de estrada. Ou seja, usar toda a tecnologia 4×4 de um Mitsubishi”, explica Fernando Julianelli, diretor de marketing da Mitsubishi Motors do Brasil.

 

Trilhas na região para um aprendizado completo - Murilo Mattos

Trilhas na região para um aprendizado completo – Murilo Mattos

O curso é ministrado por Lourival Roldan, diretor de prova do rali Mitsubishi Motorsports e com vasta experiência no off-road. Como navegador, participou sete vezes do Rally Dakar e 13 vezes do Rally dos Sertões, além de inúmeras provas pelo Brasil e pelo mundo.

 

“Serão passadas dicas de pilotagem, elaboração da planilha, como marcar as referências, transmitir as informações ao piloto, manter a concentração e o que fazer nas mais diversas situações de um rali. Em seguida, teremos um treinamento prático, onde os participantes deverão utilizar as técnicas para reforçar o aprendizado”, garante Lourival.

 

Na pista off-road ou nos trechos fora de estrada do complexo Mitsubishi Drive Club, os participantes irão vivenciar na prática todas as informações passadas na aula teórica e com seu próprio Mitsubishi. A equipe da organização estará o tempo todo próximo aos participantes para tirar as dúvidas e auxiliar durante o trecho off-road.

 

São três datas em 2015 - Murilo Mattos.jpg

São três datas em 2015 – Murilo Mattos.jpg

Alugue uma L200 Triton 4×4 – Para quem não tem um veículo Mitsubishi para fazer o curso, a organização disponibiliza algumas picapes L200 Triton para locação durante o período.

 

Inscrição – Para se inscrever no Curso de Navegação de Rally da Mitsubishi Motors, acesse o site.

 

As vagas são limitadas e serão preenchidas pela ordem de inscrição. Para participar, é necessário estar no dia do curso com um veículo Mitsubishi 4×4, das linhas L200 (Triton, Savana, Outdoor), Pajero (TR4, Dakar, Sport, Full), ASX e Outlander, ou optar pela locação de um modelo.

 

Datas – 1º semestre 2015

12 de abril

1º de maio

 

Valores

Dupla: R$ 850,00

Individual: R$ 450,00

Zequinha: R$ 150,00

 

Local

Mitsubishi Drive Club

Rodovia Adhemar de Barros – km 187 – Mogi Guaçu (SP)

Temporada 2015 da Mitsubishi Cup começou debaixo de chuva - Tom Papp

Temporada 2015 da Mitsubishi Cup começou debaixo de chuva – Tom Papp

Chuva, lama, terra vermelha, saltos, cana alta e curvas de alta velocidade. Todos os elementos de uma boa prova de rali de velocidade cross-country estiveram presentes na abertura da 16ª temporada da Mitsubishi Cup, sábado (28), em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Na véspera da prova, toda a região teve chuva forte, deixando o percurso com muita lama e escorregadio em alguns trechos, o que exigiu ainda mais atenção dos pilotos e navegadores. Mas o sol forte, logo se encarregou de secar a especial, mudando as características da pista ao longo das três provas para as duplas das categorias Pajero TR4 ER, Pajero TR4 ER Master, L200 Triton ER, L200 Triton RS e a estreante ASX R.

 

“Na primeira prova, encontramos muita lama. A pista foi mudando e, na terceira largada, a terra dura marcou presença. Com certeza foi um sábado muito divertido”, explica o piloto Marcelo Mendes, campeão da categoria L200 Triton RS ao lado do navegador Breno Rezende. Quem voltou para a casa feliz foi a dupla formada por Cristian Domecg e Weidner Moreira. Eles receberam o troféu de melhor dupla estreante na ASX R, a mais nova categoria da Mitsubishi Cup. “Ganhamos uma das provas, o que é muito especial para uma dupla com pouca experiência no rali. Na próxima etapa, vamos buscar o primeiro lugar na geral”, festeja Cristian.

 

O veículo, desenvolvido pela Ralliart Brasil, trouxe ainda mais emoção às disputas. Como os carros são todos iguais, a diferença para vencer é a total sintonia entre pilotos e navegador. “A experiência é única, não tem como explicar. É pura emoção”, empolga-se Sandra Dias que, ao lado da navegadora Minae Miyauti forma a única dupla 100% feminina da competição. “Fiquei surpresa com a estabilidade do ASX R nas curvas, além de todo o seu conforto. Acelerei muito, agora não paro mais”, completa. 

 

Na categoria ASX R, a dupla Marcelo Tomasoni e Luis Felip Eckel foi campeã - Adriano Carrapato

Na categoria ASX R, a dupla Marcelo Tomasoni e Luis Felip Eckel foi campeã – Adriano Carrapato

Campeões – A primeira dupla a vencer na categoria ASX R foi Marcelo Tomasoni e Luis Felipe Eckel. “Todos os competidores entraram na pista com um carro novo. Ninguém sabia como ia ser. Durante o dia, todos andamos juntos, foi ótimo! Estávamos buscando essa vitória, e conquistá-la na abertura da temporada é especial”, comemora o navegador. Na categoria Pajero TR4 ER Master, quem venceu foi o piloto Rodrigo Meinberg, ao lado do navegador João Luis Stal. “Foi uma especial com muitas curvas e cana alta, onde a navegação foi muito importante. A Mitsubishi está de parabéns por mais essa etapa divertida e disputada”, explica Rodrigo.

 

Já entre os Pajero TR4 ER, quem voltou para casa com a vitória foi a dupla Vitor Muench e Jorge Peters. Eles mostraram muito entrosamento e venceram as três provas do dia. “Conseguimos 100% de aproveitamento, e começamos o ano com o pé direito. A próxima etapa é em nossa região, e vamos com mais força ainda”, garante o navegador. A dupla Renato Kahn e Gilze Araújo foram os primeiros vencedores do ano na L200 Triton ER. “Fiquei um ano ausente e voltei para a Mitsubishi Cup em uma nova categoria. Conquistamos um bom resultado em uma prova que foi bastante divertida e imprevisível”, comenta Renato.

 

As duplas da Mitsubishi Cup se encontram novamente, dessa vez em Mafra (SC), no dia 9 de maio.

Neste fim de semana a Indy dará a largada para a temporada 2015 - Divulgação

Neste fim de semana a Indy dará a largada para a temporada 2015 – Divulgação

Depois de um longo intervalo, a Fórmula Indy retoma as atividades para o início da temporada 2015 neste fim de semana (28 e 29 de março) nas ruas de St. Petersburg, em Miami, nos Estados Unidos. Junto com ela, também começa o principal projeto formador de pilotos para a categoria, o Road To Indy (RTI), um programa de formação de pilotos, que consiste em três divisões de monopostos que representam os degraus ideais para quem almeja competir como piloto profissional, em um bom custo/benefício, naquele que é o maior campeonato de monopostos do mundo depois da Fórmula 1 – e o melhor de tudo, com o apoio da própria Fórmula Indy. São três os degraus, nesta ordem: USF2000, Pro Mazda e Indy Lights, com todas fazendo suas apresentações e introduzindo os novos talentos ao grande público em St. Petersburg e à mídia especializada, que costuma dar bastante atenção às divisões de base.

 

Categoria de acesso, a USF 2000 também terá primeira largada - Divulgação

Categoria de acesso, a USF 2000 também terá primeira largada – Divulgação

O primeiro passo é a F2000, criada em 1990 e que é uma variação da tradicional F-Ford, com chassi tubular e potência que vai até 200 hp. Apesar de ser o primeiro passo, não é o mais fácil: a “peneira” chega a ter 60 carros em determinadas etapas, o que torna o aprendizado uma experiência diferente, se levarmos em conta que a maioria dos campeonatos (inclusive a F-1) sofre para ter 20 carros competindo. A categoria já teve um brasileiro campeão em Zak Morioka no ano de 1997, mas tem em 2015 uma grande chance de repetir este feito nas mãos de Victor Franzoni, que vem sendo destaque do torneio de inverno e dos testes pré-temporada. Outros que passaram por lá foram Dan Wheldon, campeão em 1999, Jay Howard e JR Hildebrand. Para competir em uma temporada, o preço varia em torno de 250 mil dólares.

 

A Indy Light fará parte da programação - Divulgação

A Indy Light fará parte da programação – Divulgação

Já o segundo passo é a Pro Mazda, que revelou Raphael Matos ao mundo da Indy. Nesta categoria, os carros possuem mais tecnologia (os carros são construídos em fibra de carbono) e velocidade (o motor Mazda pasa dos 250 hp). Criada em 1991, ela também conta com custos honestos e grid gordo (32 carros). De todas as categorias de acesso, ela é a mais recente a integrar o projeto Road To Indy e tornar o programa mais completo ainda, com um campeonato ideal para ficar entre a F2000 e a grande vitrine para a Indy, que é a Indy Lights. O orçamento para uma temporada fica em torno de US$ 330 mil e o representante brasileiro é Bruno Carneiro, piloto radicado nos EUA, que disputará algumas etapas.

 

Mais conhecida das três divisões, a Indy Lights tem um espaço especial no automobilismo brasileiro. Nela foram revelados ao mundo os nomes de Tony Kanaan, Helio Castroneves, Cristiano da Matta, Thiago Medeiros e outras grandes estrelas, como Paul Tracy, Bryan Herta, Scott Dixon, Greg Moore e Oriol Servia, entre outros.

 

A Pro Mazda fará o esquenta antes da F-Indy em St. Petersbug - Divulgação

A Pro Mazda fará o esquenta antes da F-Indy em St. Petersbug – Divulgação

No ano passado, Luiz Razia venceu corridas e terminou em quarto. Como o próprio nome indica, a Indy Lights tem como objetivo ser um “mini Fórmula Indy”. É o campeonato que, na maioria das vezes, corre em conjunto com a divisão principal e tem a maior potência de todos: 420 hp. Além do acesso a um carro veloz por um custo bem menor que o de uma GP2 (em torno de 750 mil dólares), a Indy Lights também tem o privilégio de correr no mítico oval de Indianápolis na semana das 500 Milhas. Representante da categoria no Brasil, a XYZ Talents já trabalha para preencher o grid da Road To Indy com mais talentos nacionais.

 

“O diferencial do Road To Indy, além do custo/benefício, que é infinitamente inferior aos campeonatos europeus, é contar com o apoio e monitoramento da própria Fórmula Indy, que fez questão de concentrar tudo sob o mesmo leque para proporcionar a melhor formação possível para o piloto. Isso sem falar que o mercado estadosunidense do automobilismo é muito vasto e profissional e, para quem quer realmente ser profissional no esporte, estar dentro deste mercado é muito importante. Nossa ideia é mostrar isso aos brasileiros, que têm uma visão muito engessada e calcada para o automobilismo europeu, sendo que, no fim das contas, a formação é a mesma e o custo será bem abaixo”, afirma Fernando Coser, agente da RTI no Brasil.

 

Para saber mais sobre o Road To Indy, basta acessar o site.

Soul EV foi eleito Carro Verde do Ano pela imprensa automotiva canadense - Divulgação

Soul EV foi eleito Carro Verde do Ano pela imprensa automotiva canadense – Divulgação

O Kia Soul EV foi eleito, dia 25, pela Associação dos Jornalistas Automotivos do Canadá (AJAC) Carro Verde do Ano, durante a cerimônia de abertura do dia da imprensa no Vancouver International Auto Show. O Soul EV terminou à frente de finalistas como Toyota Camry Hybrid, o Honda Fit e o Subaru Legacy. ”A Kia Canadá tem a honra em receber o Carro Verde do Ano, votação feita membros AJAC”, disse Maria Soklis, vice-presidente e Chief Operating Officer, da Kia Canada. “Carro líder em sua categoria e despojado em seu amplo escopo de uso são as principais vantagens que o Soul EV oferece aos canadenses.”

 

Este é o segundo prêmio da AJAC o Soul EV ganhou desde o seu lançamento no mercado canadense no ano passado. Em dezembro último, a Kia Canadá foi presenteado pela associação de jornalistas como Melhor Carro New City. “Significa também dois anos consecutivos em que o Soul já ganhou prêmios consecutivos, incluindo o Melhor Carro Novo Família (Abaixo de R $ 30.000), em 2014”, enfatiza Soklis. O Soul EV também foi recentemente eleito o melhor veículo Eco-Friendly entre os 34 condutores da MotorWeek Choice Awards nos EUA e, este ano, Carro do Ano na Noruega.

Maior Valor de Revenda AutoInforme Molicar vai mostrar quem é quem no mercado secundário - Divulgação

Prêmio Maior Valor de Revenda AutoInforme Molicar vai mostrar quem é quem no mercado secundário – Divulgação

Com o objetivo de auxiliar fabricantes e distribuidores de veículos, administradores de frotas, além de bancos, financeiras e seguradoras, por ocasião da compra, venda ou avaliação de qualquer caminhão ou utilitário oferecido no mercado brasileiro, a Agência AutoInforme – em parceria com a Editora Frota e Textofinal de Comunicação – lança o Prêmio Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais 2015. A iniciativa complementa a premiação Maior Valor de Revenda – Autos, lançada pela empresa no ano passado.

 

“O prêmio será um importante indicador econômico, em especial, para os frotistas, além das montadoras e distribuidores de veículos comerciais”, afirma Joel Leite, idealizador do prêmio e diretor da AutoInforme. “Vamos analisar os preços de produtos novos em março de 2012, comparando-os com os preços praticados em março de 2015. Na premiação de automóveis de passageiros, é possível determinar o valor de depreciação em um período de 12 meses. No caso de veículos comerciais, o período mínimo recomendado é de três anos”.

 

Segundo Joel Leite, da AutoInforme, a depreciação de um veículo depende vários fatores - Reprodução

Segundo Joel Leite, da AutoInforme, a depreciação de um veículo depende vários fatores – Reprodução

Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais vai premiar produtos em oito categoriais – Minibus, Furgões Leves, Furgões, Camionetas de carga, Caminhões Semileves, Médios, Semipesados e Pesados – e a categoria especial com o “Campeão Geral” de 2015. Segundo Joel Leite, “esse estudo, tanto de autos como de veículos comerciais, vem sendo feito há mais de dez anos, em parceria com a Molicar. No ano passado, iniciamos a premiação de autos. Este ano, teremos a de veículos comerciais no primeiro semestre e a de automóveis no último trimestre do ano”. Na opinião do especialista, “a depreciação de um veículo depende vários fatores. Ele cita o tamanho do veículo, da marca, da rede de distribuidores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas. Sem contar o segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda e a sua aceitação no mercado.

Cummins registrou faturamento bruto de US$ 19,2 bilhões - Reprodução

Cummins registrou faturamento bruto de US$ 19,2 bilhões em 2014 – Reprodução

A Cummins Inc., maior fabricante independente de motores Diesel, de componentes e de geradores de energia do mundo, fechou o ano de 2014 com faturamento bruto de US$ 19,2 bilhões, 10,98% superior ao ano de 2013, quando chegou a US$ 17,3 bilhões. Além disso, a empresa norte-americana superou em 6,6% o último recorde anotado em 2011, ano em que contabilizou US$ 18 bilhões em receita bruta.

 

A diversidade de negócios, liderança em tecnologias em todos os segmentos em que atua, investimentos focados no crescimento, capacitação técnica no atendimento às regulamentações mundiais de emissões e distribuição global com presença em mais de 190 países e territórios são os principais motivos de mais um recorde de faturamento.

 

A receita bruta global em 2014 por segmento indica a predominância de motores com participação de 46%, seguido por componentes e distribuição, ambos com 21%, e geração de energia com 12%. E, com a recuperação norte-americana, Estados Unidos e Canadá responderam por 56% do faturamento, seguidos por Ásia 9%, América do Sul e México 8%, Europa e Oriente Médio 15%, China 8%, Índia 3% e África 1%.

 

A unidade de negócio de Motores faturou em 2014 US$ 11 bilhões, com oferta de produtos a Diesel e a gás natural que cobrem a faixa de 2.8 litros a 95 litros, com potências de 49 hp a 5.100 hp. Motores leves, médios e pesados (de 2.8 litros a 15 litros) responderam por 62% do faturamento, 13% são de motores de alta potência (de 19 litros a 95 litros) e 25% foram correspondidos por peças e componentes.

 

As unidades de negócio de Componentes e de Distribuição anotaram faturamento de US$ 5,1 bilhões e US$ 5,2 bilhões, respectivamente. E, finalmente, a unidade de negócio de Geradores de Energia faturou US$ 2,9 bilhões. Cabe ressaltar que os valores de cada segmento individualmente incluem vendas entre unidades de negócio que são posteriormente eliminadas no resultado global consolidado.

 

“Além destes bons números, a Cummins Inc. investiu em 2014 algo em torno de US$ 750 milhões em pesquisa e desenvolvimento e engenharia, focada em tecnologia e energia limpa, sustentável e segura”, afirma Luis Afonso Pasquotto, presidente da Cummins América do Sul e vice-presidente da Cummins Inc. “O resultado desse investimento reverteu-se em 66 novos produtos lançados em 2014, mais de 60 patentes concedidas e ao redor de 200 projetos com patentes iniciadas”.

 

América do Sul e Brasil – De outra parte, os resultados da América do Sul e do Brasil mostraram ligeira queda na venda em dólares. No conjunto dos países sul-americanos, a empresa vendeu cerca de US$ 1,52 bilhão em 2014 contra US$ 1,6 bilhão em 2013 (incluindo joint-ventures regionais cujos faturamentos não são consolidados em livros da Cummins). A Cummins considera esta queda, como pequena e o resultado ótimo, perante a crise econômica em vários países e sobretudo perante a forte desvalorização das moedas no continente. A estratégia da empresa de investir em novos segmentos e aumentar o foco em países vizinhos mitigou muito o impacto negativo de vários segmentos de negócios no Brasil.

 

Nesse contexto, o Brasil respondeu por 53%, seguido por Chile 23%, Argentina 8%, Peru 7%, Colômbia 6% e outros 3%. Os resultados por segmentos, na América do Sul, mostram que coube à unidade de negócio de Motores a participação de 41%, Distribuição 31%, Componentes e Geração de Energia, ambas com 14%.

 

“O Brasil, na receita bruta da América do Sul, viu sua participação cair de 59% em 2013 para 53%, diante da desaceleração econômica e da desvalorização do real. E, na outra ponta, vimos crescer a nossa participação na Argentina, que movimentou o setor de óleo e gás a partir do xisto, e no Chile, onde o setor de serviços de motores para o setor de mineração ganhou expressivo crescimento”, explica Pasquotto. De todo modo, tanto na América do Sul como no Brasil, cresceu a participação da Cummins no aftermarket, outro segmento onde a atenção da empresa cresceu muito nos últimos anos.

 

Em relação ao volume de produção de motores destinados a todos os segmentos da empresa, incluindo agricultura, ônibus, construção civil, geração de energia, marítimo e caminhões, a Cummins no Brasil produziu – em 2014 – 54.101 unidades, queda de 22,4% ante o total de 69.722 motores fabricados em 2013. Mas a Cummins conseguiu manter sua liderança com 28% de participação na produção de motores Diesel para caminhões acima de 3,5 toneladas no País. No mercado de ônibus, na produção a Cummins alcançou 13% de participação no Brasil com mais de 5.200 unidades produzidas.

 

“Apesar de todas as dificuldades na América do Sul, em 2014, a Cummins Inc. acredita sem hesitação no potencial da região, sempre com visão de médio e de longo prazos. A demanda crescente por energia eficiente e mais limpa, a globalização, as tendências das legislações ambientais e a volta dos investimentos em infraestrutura que mais cedo ou mais tarde voltarão, nos animam. Na área de motores, nossos investimentos na produção local de modelos da Série ISF serão mantidos, assim como na renovação de nossas plantas industriais, na melhoria de produtividade, qualidade e na estratégia de redução de custos”, analisa Pasquotto, “para tanto estamos investindo U$ 48 milhões este ano, com o objetivo de nos mantermos líderes em tecnologia e ter sucesso nas parcerias com os clientes”.

 

A análise positiva do presidente da Cummins América do Sul, no curto prazo, está nas pós vendas e nas oportunidades do setor energético brasileiro, que abrem perspectivas promissoras para os geradores de energia. “Também no segmento de fora de estrada, o Tier 3, que traz nova legislação de redução de emissões para o Brasil, já partir deste ano, para novas máquinas de construção”, elucida Pasquotto.